sábado, 28 de novembro de 2009

IGUALDADE


A igualdade material, já definida, se difere da chamada igualdade formal - a de que todos são iguais perante a lei - e que tem duas facetas: a) igualdade na lei, que proíbe a discriminação entre pessoas que estão em situação idêntica e merecem o mesmo tratamento, tendo como destinatário o legislador, bem como a criação de privilégios; b) a igualdade diante da lei, dirigida ao aplicador do direito, proibindo-o de tratar diferente quem a lei considerou como igual.
A igualdade, todavia, não pode ser vista apenas como um princípio. O dispositivo de que todos devem ser tratados igualmente pode ser analisado como uma regra, um princípio ou um postulado (ÁVILA, 2008). Analisando a igualdade no âmbito do Direito Tributário, Ávila explica que ela pode ser uma regra, porque veda a criação de tributos que não sejam iguais para todos os contribuintes. Como princípio, porque estabelece um valor e ordena a sua realização. E como postulado, "porque estabelece um dever jurídico de comparação a ser seguido na interpretação e aplicação, pré-excluindo critérios de diferenciação que não sejam aqueles previstos no próprio ordenamento jurídico." (ÁVILA, 2008, p.69).
Ele distingue regras de princípios, embora elas sejam consideradas normas. Para Ávila (2008, p.71), "regras são normas imediatamente descritivas que estabelecem obrigações, permissões e proibições mediante a descrição da conduta a ser adotada", enquanto os "princípios são normas imediatamente finalísticas, já que estabelecem um estado de coisas para cuja realização é necessária a adoção de determinados comportamentos." (Grifos do autor).
Como postulado, a igualdade é um comparativo de situações, fatos, atividades ou pessoas. Um dos diversos problemas envolvendo a igualdade é o de saber se duas pessoas devem ou não ter o mesmo tratamento. Não importa apenas se elas são iguais, mas se elas devem ou não ter o mesmo tratamento. Para se avaliar isso, devem-se comparar os sujeitos envolvidos por critérios que, além de serem permitidos, são relevantes e congruentes relativamente àquela finalidade pretendida. Desta feita, a metodologia de avaliação envolve: sujeitos, critério ou medida de comparação, elemento indicativo da medida de comparação e finalidade

A tentativa de promover a igualdade partindo-se de princípios equivocados, errôneos, ultrapassados e falsos resulta, na realidade, na promoção da desigualdade, do ódio racial no aumento dos preconceitos, institucionalizando o que a Constituição da República repudia. Se o objetivo é promover a inclusão social e econômica, uma pessoa branca, mas pobre, teria suprimido o seu direito de frequentar uma universidade, pois sua vaga poderia ser ocupada por uma pessoa da cor negra, porém rica, o que prova que a desigualdade maior e mais excludente decorre das condições econômicas e não da cor da pele.
Nenhum homem deve ser avaliado e nem julgado conforme a sua raça, credo, cor ou origem, nem conforme o grupo a que pertence, mas sim, como indivíduo portador de características físicas, biológicas, genéticas e culturais diversas. O conceito de raça nada tem de biológico, mas sim, de ideológico, que esconde uma idéia de poder e dominação. Raça, portanto, é um conceito cultural, produto da imaginação humana, sem valor científico. "As raças não existem em nossa mente porque são reais, mas são reais porque existem em nossa mente." (KAUFMAN, apud PENA 2008, p.5).
A única forma de promover a igualdade entre as pessoas de cor preta, parda, amarela, branca ou vermelha é através da educação de qualidade, formando jovens para que possam, através de suas habilidades individuais devidamente identificadas e desenvolvidas, trabalhar e ascenderem na pirâmide social, aumentando suas vantagens competitivas, como os especialistas em RH costumam dizer.
Como a educação brasileira está distanciada do cotidiano dos alunos e não preenche as lacunas de sua formação na família e na comunidade, o que se detecta, ao final do ensino médio, é uma percentagem altíssima de jovens sem as competências requeridas pelo ensino superior e sequer pelo secundário. Como o Brasil não parece disposto a investir em políticas públicas que alterem esse quadro, reserva vagas para os que, aos trancos e barrancos, concluem a educação básica - mascarando um descaso com a educação pública que, entra governo, sai governo, de esquerda, direita ou centro, só se perpetua.
Tal assertiva é confirmada pelos dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (2008), que informa sobre os índices de analfabetismo entre a população com idade igual ou superior a 15 anos, ou seja, de que a taxa entre os negros ou pardos é mais que o dobro da de brancos. Outro indicador é o conceito de analfabetismo funcional, que engloba as pessoas de 15 anos ou mais de idade com menos de quatro anos completos de estudo, ou seja, que não concluíram a 4ª série do ensino fundamental. Pode-se observar uma taxa de analfabetismo funcional para brancos (16,1%) mais de dez pontos percentuais abaixo da observada para pretos e pardos (27,5%).
Ao se admitir que a reserva de vagas é necessária, automaticamente se reconhece que o Brasil não investiu o que deveria nem na expansão do ensino superior gratuito e nem na melhoria de uma educação básica, que prima pela ineficácia.

PAZ NO MUNDO"DIREMOS NÃO Á VIOLÊNCIA"!


Não-Violência refere-se a uma série de conceitos sobre moralidade, poder e conflitos que rejeitam completamente o uso da violência nos esforços para a conquista de objetivos sociais e políticos. Geralmente usado como sinônimo para pacifismo, a partir do meio do século XX o termo não-violência passou a ser aplicado também para designar conflitos sociais que não utilizavam o uso de violência, assim como movimentos políticos e filosóficos que também utilizam os mesmos conceitos.
O termo não-violência é comumente associado à luta pela independência da Índia, que foi liderada por Mahatma Gandhi, e à luta pelos direitos civis dos estadunidenses de origem africana, liderada por Martin Luther King. O movimento realizado na Índia foi fortemente influênciado pelas idéias de não-violência de Henry David Thoreau e do anarquismo cristão de Leon Tolstoy. Nos dias atuais é fortemente influenciada pelo Humanismo de SILO.


Um Decênio da ONU

Em 10 de Novembro de 1998, a Assembléia Geral das Nações Unidas proclamou a primeira década do século XXI (de 2001 a 2010) como a Decênio internacional da promoção de uma cultura da não-violência e da paz em prol das crianças do mundo (International Decade for the Promotion of a Culture of Peace and Non-Violence for the Children of the World).

Por que Não-violência?

A maioria dos adeptos da não-violência escolheram esta opção por aspectos religiosos, éticos, ou ainda estratégicos. Nos dois primeiros casos, ela é utilizada como um princípio de integridade e respeito à condição humana. No último caso, trata-se tão somente de uma questão circunstancial, em que se faz útil essa prática. No entanto, em um mesmo movimento de não-violência podemos encontrar estes três aspectos co-existindo.
No mundo atual, a não-violência vem sendo amplamente utilizada em movimentos pelo trabalho, pela paz, pelo meio ambiente e pelos direitos das mulheres. No entanto, uma outra maneira de utilizar a tática de não-violência é com o intuito de direcionar a opinião pública (principalmente a internacional) contra regimes políticos extremamente repressivos, expondo ao mundo os excessos cometidos contra manifestações de cunho pacífico. Teoricamente, isto faria com que a comunidade internacional passasse a pressionar os dirigentes destes regimes opressivos.
O estudioso da não-violência Gene Sharp, em seu livro "The Politics of Nonviolent Action", sugere que a completa ausência de estudos sobre o tema no meio acadêmico de história, pode ser o reflexo de que as técnicas que visam conquistas sociais não são do interesse da elite. Esta acreditaria muito mais nos armamentos e no poder do dinheiro do que na capacidade de mobilização organizada de uma comunidade.
O pensador Mario Rodrigues Luis Cobos passou toda sua vida organizando um Movimento Humanista buscando aplicar os princípios da Não-violência Ativa para solucionar conflitos sociais da atualidade

Como funciona a Não-violência?

O uso da não-violência numa luta social é radicalmente diferente das idéias convencionais sobre resolução de conflitos. Contudo, uma série de conhecimentos que fazem parte do senso-comum de uma sociedade podem ser considerados como práticas de não-violência, tais como:
O poder daqueles que dirigem uma nação depende da aderência e consentimento dos cidadãos comuns. Sem uma burocracia, um exército ou uma força policial para pôr em prática os objetivos estipulados pela classe dominante, as leis perdem força quando não encontram respaldo no cidadão comum. A não-violência nos ensina que o poder depende da cooperação de outros tantos, assim, a não-violência faz desmoronar o poder dos dirigentes quando consegue extinguir grande parte desta cooperação.
Um outro conceito que faz parte do senso-comum é o de que somente através de um meio justo conseguiremos alcançar um fim justo. Quando Gandhi expressou que o meio pode ser comparado a uma raiz, e o fim a uma árvore, ele estava referindo-se ao objeto central de uma filosofia que alguns denominam de "Política Prefigurativa". Assim, aqueles que propõem a não-violência explicam que as ações tomadas no presente inevitavelmente irão repercutir na forma como a sociedade se organizará no futuro. Eles argumentam que seria irracional conceber uma sociedade pacífica através do uso da violência.
Alguns divulgadores da não-violência, como os Anarquistas Cristãos e os Ativistas Humanistas, defendem que devemos respeitar e amar os nossos oponentes. Este é o princípio que mais se aproxima das justificativas religiosas e espirituais para a não-violência, como pode ser visto no Sermão da Montanha quando Jesus Cristo clama aos seus seguidores "amai vossos inimigos", ou no conceito Taoísta do wu-wei, ou na filosofia da arte marcial Aikido, ou no conceito budista de metta (amor fraterno entre todos os seres vivos) e no princípio de ahimsa (não-violência entre todos os seres vivos), que também está presente no hinduísmo.

O Fim Não Justifica os Meios

Comumente escuta-se que o fim justifica os meios num alusão de que "certos" fins podem, ou devem, ser alcançados através de métodos não convencionais, ou anti-éticos, ou violentos. Este conceito é utilizado com freqüência numa tentativa de minimizar os meios violentos utilizados na guerra, na justificativa de leis severas e repressões impostas a grupos sociais ou religiosos ou étnicos, ou ainda, mas em crescente desuso, na justificativa de sistemas e métodos educacionais rigorosos e punitivos.
A Não-violência entende que o fim é um resultado do meio, num ciclo de causas e efeitos que se correlacionam e se estendem numa espiral evolutiva. Desta forma, a paz não pode ser obtida através de métodos violentos e repressivos. Uma "paz" que se pretende obter através da opressão, cessa assim que os instrumentos de repressão deixam de ser utilizados, logo, um estado real de paz não se mantém quando ela não se estende a todos os indivíduos de uma sociedade.
Uma releitura de "o fim justifica os meios" numa percepção da não-violência seria: os meios justificam o fim, ou seja, o fim é o resultado dos meios

DROGAS LÍCITAS




Drogas lícitas são drogas que tem a sua produção e seu uso permitidos por lei, sendo liberadas para comercialização, tais como as bebidas alcoólicas e cigarros.
Observa-se aqui que o fato de serem liberadas não significa que não tenham algum tipo de controle governamental bem como não provoquem algum prejuízo à saúde mental, física e social. Isto dependerá de múltiplos fatores tais como quantidade, qualidade e freqüência de uso.
As drogas lícitas mais consumidas pela população em geral, são as seguintes: álcool, tabaco, benzodiazepínicos (remédios utilizados para reduzir a ansiedade ou induzir o sono); xaropes (remédios para controlar a tosse e que podem ter substâncias como a codeína, um derivado do ópio); descongestionantes nasais (remédios usados para desobstruir o nariz) os anorexígenos (medicamentos utilizados para reduzir o apetite e controlar o peso);Suplementos alimentares(para aumento de energia e força);e os anabolizantes (hormônios usados para aumentar a massa muscular).
A ameaça das drogas lícitas - como álcool e cigarro - à saúde é muito maior do que a ameaça das drogas ilícitas. A advertência é da Organização Mundial da Saúde (OMS). O primeiro relatório do órgão de saúde mundial sobre esse assunto mostra que a dependência de álcool e cigarros tem um custo muito maior para a sociedade do que de drogas ilícitas como cocaína e crack. O relatório "Neurociência do Uso e Dependência de Substâncias Psicoativas" mostra que a dependência de drogas é um problema crescente, especialmente em países pobres que têm crescentes taxas de consumo de álcool e de fumo. Existem cerca de 200 milhões de usuários de drogas ilícitas em todo o mundo, o que corresponde a 3,4% da população mundial, de acordo com o relatório. As drogas ilícitas respondem por 0,8% dos problemas de saúde em todo o mundo, enquanto o álcool é responsável por 4,1% desses problemas e o cigarro responde por 4%.
As porcentagens são baseadas em um medida elaborada pela OMS que determinar os custos que as mortes prematuras e os anos vividos com deficiências acarretam à sociedade. O lançamento mundial do relatório foi feito no Brasil.
Os homens de países desenvolvidos estão especialmente vulneráveis aos problemas de saúde causados pelo tabagismo e alcoolismo. "Os problemas sociais e de saúde associados ao uso e à dependência do tabaco, do álcool e de substâncias ilícitas requerem uma grande atenção da comunidade mundial de saúde pública", disse o diretor-geral da OMS, Lee Jong-Wook, em comunicado.
O relatório também reconheceu ser difícil curar a dependência de drogas devido às alterações ocorridas a longo prazo no funcionamento do cérebro. "Como a maioria dos transtornos psiquiátricas, a dependência de substâncias pode não ter cura, mas a melhora na eficiência dos tratamentos disponíveis tem contribuído significativamente para a recuperação", afirma a diretora-assistente de doenças não transmissíveis e de saúde mental da OMS, Catherine Le Gales-Camus.

SEXUALIDADE


Arte de amar - O Sexo atual


Dentro de um relacionamento de amor na atualidade é a liberdade. A sexualidade ganhou fronteiras e, com ela, infinitas possibilidades de prazer. O tabu virou coisa do passado? Porém, até que ponto somos ou não modernos com relação ao sexo?
No tocante a freqüência da relação sexual, quanto maior o grau de atração, mais o casal quer estar junto para o sexo. Mas nem tudo está ligado à atração física, e sim, à intensidade do amor que uma pessoa tem pela outra.
O amor deve potencializar a atração e ser a ´´mola mestra`` dos relacionamentos. O grau de satisfação não é proporcional à freqüência, pois quantidade não significa qualidade, e a freqüência depende disso. Se a relação for boa, quanto mais os amantes explorarem, melhor.
E é claro, tudo também depende do estado físico, da capacidade de atrair e de se sentir atraído, do tempo, do espaço e da disponibilidade para o amor. Saber organizar a vida é muito importante. Tanto que muitas pessoas colocam o sexo em segundo plano, principalmente quando chegam cansadas do trabalho ou quando têm compromissos mais importantes para cumprir. Sexo aos atropelos é sempre embaraçoso, concorda?
Outro fator que aumenta a freqüência sexual é a novidade. É onde entra a chamada criatividade: ´´em vez de nos apresentarmos sempre do mesmo jeito, devemos evoluir criando formas e climas originais de amor. Apesar disso, é impossível evitar eventuais brigas. Mas elas também podem contribuir para o aumento da freqüência, já que muitas vezes alteram completamente o relacionamento do casal e resolvem problemas que antes impediam o fluir natural da relação.
E há ainda o ´´efeito lua-de-mel`` que pode pode ou não um papel muito importante na vida do casal. Seus efeitos são relativos hoje em dia, já que existe uma diversificação enorme de uniões experimentadas. Os casais que nunca tiveram relações sexuais entre si antes do casamento encaram esse momento como decisivo e o enfrenta, com muita expectativa ou mesmo dificuldade.
As pessoas virgens, que nunca tiveram relações em suas vidas, como é o caso de mulheres de arraigada formação religiosa, em vez de sentirem prazer, ficam decepcionadas. O fato de o sexo ter sido proibido no decorrer de suas vidas o torna doloroso e violento no momento da desmistificação. O homem, por conseguinte, se decepciona ao não vê-la participar e perde a ereção. Essa reação é muito freqüente. Nesse caso, a lua-de-mel tem importância decisiva na vida do casal e significa o início de tudo.
Para os casais que já se conhecem fisicamente antes do casamento e a prática sexual é uma coisa rotineira em suas vidas – a lua-de-mel é também o início, só que muito mais no plano social e emocional do que no sexual. O seu papel é o da concretização da sedução, a primeira noite após a decisão de viverem juntos.
É geralmente durante a lua-de-mel que a freqüência da relação sexual é maior. O ideal seria manter essa freqüência para sempre, sempre buscando novas criatividades. Para que isso aconteça, tem de existir amor. Quando ele não consegue se manter, a lua-de-mel dura apenas o período de descoberta.
Sexualidade na adolescência
A educação da sexualidade leva os jovens a uma maior responsabilidade no que diz respeito à vida sexual. Nesta fase o diálogo com os adultos é essencial
Em qualquer fase da adolescência, a educação da sexualidade leva os jovens a uma maior responsabilidade no que diz respeito à vida sexual. Nesta fase o diálogo com os adultos é essencial.



Sexualidade na adolescência

A sexualidade é parte integrante do desenvolvimento da personalidade e da identidade, assim como do processo educativo, caracterizando o homem e a mulher no plano físico, afectivo, espiritual e psicológico.
Mas o que é isto de sexualidade, tão falada hoje em dia e considerada tabu em tempos? A OMS declara que sexualidade é «uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental».
Mas o termo sexualidade não é fácil de definir. Segundo diz Ana Paula Bastos (2001), a sexualidade tem a ver com tudo o que somos e experimentamos, nasce e morre con­nosco, manifestando-se ao longo de toda nossa vida, está ligada à ideia de felicidade e comunicação com o outro, deve estar integrada no nosso projecto de vida». Ou seja, a sexualidade é todo o nosso ser, somos biofisiologicamente sexuados, tendo, a sexualidade, uma dimensão biológica indescritível, acompanhando-nos ao longo da nossa vida, diferente em cada idade e ao longo de todo o ciclo vital.
Para que se possa viver a sexualidade sem medos é importante passar a mensagem de que se deve falar deste tema com dignidade, simplicidade, oportunidade, clareza e verdade. Alguns jovens não conseguem lidar com este assunto com o à-vontade essencial para uma formação sexual positiva sendo, por vezes, uma matéria nova e ainda hoje considerada, por muitos, um tabu.
Apesar dos adolescentes estarem receptivos a mudanças, neste período acontece tudo muito rapidamente. São mudanças exteriores e interiores, é uma idade de conquista, da autonomia, da construção de identidade, de projectar o futuro e da definição da orientação sexual. É nesta fase que a família e os educadores têm um papel muito importante.
A ajuda destas pessoas permite um processo de crescimento mais lento, tornando a aprendizagem mais suave e o processo de maturação propícia ao desenvolvimento humano progressivo e harmonioso.


Homossexualismo

Homossexualidade (grego homos = igual + latim sexus= sexo) refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser — humano ou não — que sente atração física, emocional e estética por outro ser do mesmo sexo. Como uma orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; "o termo também refere-se a um indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual.
A homossexualidade é uma das três principais categorias de orientação sexual, juntamente com a bissexualidade e a heterossexualidade, sendo também encontrada em muitas espécies animais. A prevalência da homossexualidade entre os humanos é difícil de determinar com precisão;na sociedade ocidental moderna, os principais estudos indicam uma prevalência de 2% a 13% de indivíduos homossexuais na população, enquanto outros estudos sugerem que aproximadamente 22% da população apresente algum grau de tendência homossexual.
Ao longo da história da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram admirados ou condenados, de acordo com as normas sexuais vigentes nas diversas culturas e épocas em que ocorreram. Quando admirados, esses aspectos eram entendidos como uma maneira de melhorar a sociedade;[18] quando condenados, eram considerados um pecado ou algum tipo de doença, sendo, em alguns casos, proibido por lei. Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental.[19] Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais varia muito de país para país. Enquanto em alguns países o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, em outros, certos comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte.
Muitas pessoas homossexuais escondem seus sentimentos e atividades por medo de reprovação ou de violência por parte da sociedade; a expressão mais comum usada para pessoas nesta situação é "no armário". Já quando pessoas homossexuais ou bissexuais resolvem divulgar sua orientação sexual para seus amigos e familiares, a expressão mais comum é "sair do armário". Os esforços para a emancipação da homossexualidade, como ela é compreendida atualmente, começaram na década de 1860, porém desde meados da década de 1950 tem havido uma tendência de aceleração no sentido de uma maior visibilidade, aceitação e criação de direitos civis para os gays, lésbicas e bissexuais. No entanto, o heterossexismo e a homofobia ainda persistem na sociedade, o que torna difícil para as pessoas, e principalmente para os jovens homossexuais, se sociabilizarem com os outros, podendo resultar, em alguns casos, no suicídio.[20] Atualmente os adjetivos mais comuns em uso são "gay", para os homens homossexuais, e "lésbica", para as mulheres homossexuais, embora alguns prefiram outros termos ou nenhum.

FEMINISMO


4) O feminismo hoje

Atualmente, o desafio das mulheres
está na luta pela justiça e pela redução
das desigualdades sociais.


É difícil definir o feminismo porque o significado do termo se tece cotidianamente. Ele envolve a vida no dia-a-dia, o trabalho, a família, a saúde, a educação, as relações sexuais e afetivas. Como movimento social, o feminismo surgiu no Brasil em meados da década de 70, durante a ditadura militar, e funcionava como um laço de solidariedade entre mulheres advindas de espaços diversos.
É inegável que desde aquele tempo ocorreu uma significativa mudança, tanto na posição da mulher quanto na percepção sobre o seu papel na sociedade – e atribuo ao feminismo a responsabilidade principal por essa mudança. Entretanto, é importante ressaltar que a história não se escreve de forma linear e que as conquistas não são necessariamente cumulativas. Assim é que só hoje, já no século XXI, a Câmara dos Deputados aprovou o novo texto do Código Civil, que acaba com a possibilidade de anulação do casamento por perda de virgindade da mulher antes do matrimônio. Da mesma forma, apesar de o Superior Tribunal de Justiça ter rejeitado, em 1991, o argumento da legítima defesa da honra em casos de assassinato de mulheres por seu companheiro, ainda há advogados defendendo essa tese em tribunais de júri de todo o país.
Outros problemas permanecem. Apesar de as mulheres possuírem maior escolaridade que os homens, os dados estatísticos do IBGE demonstram que elas têm renda menor. E as informações dos tribunais eleitorais indicam a baixa representatividade da mulher nos cargos eletivos – o que indica o pequeno poder político que alcançou até agora. A ação política do feminismo se orienta, portanto, não só no sentido de consolidar o que já foi alcançado, mas também de avançar e responder a novos desafios. Existe um novo feminismo? No fim dos anos 70 e início dos 80, coincidindo com o processo de transição democrática, o movimento levou a debate público questões como a violência doméstica, a sexualidade, a reprodução, a igualdade de direitos entre mulheres e homens. Até então esses eram temas considerados de ordem privada. Com o processo de democratização, o feminismo reivindicou e conquistou espaços em nível governamental. Foram criados os Conselhos dos Direitos da Mulher, que, atuando em forma concertada com os movimentos de mulheres, alcançaram vitórias significativas na Constituição de 1988.
Nos anos 90 a agenda feminista foi implementada sobretudo por intermédio de organizações não-governamentais, as ONGs, nas quais a militância informal é substituída pelo trabalho profissional. Essas organizações, interligadas pelos meios de comunicação, mantêm um intercâmbio constante, tecendo estratégias nacionais e internacionais que vêm influenciando os debates das Nações Unidas sobre a posição da mulher na sociedade, sobre os direitos sexuais e reprodutivos e sobre a violência doméstica. Sem negar a importância dessas conquistas formais que estabelecem um novo patamar de direitos humanos para as mulheres, cabe ressaltar que o usufruto desses direitos é marcado pelas desigualdades sociais e de raça e etnia que caracterizam nossa sociedade. Continuamos a enfrentar o desafio da realização da justiça social, no sentido de encurtar, para todas as mulheres, a distância entre as conquistas legais e a realidade.

MEIO AMBIENTE


3) “MEIO AMBIENTE”
São grandes os desafios a enfrentar quando se procura direcionar as ações para a
melhoria das condições de vida no mundo. Um deles é relativo à mudança de atitudes na
interação com o patrimônio básico para a vida humana: o meio ambiente.
O meio ambiente que antes era uma questão discutida por ambientalistas hoje é bem diferente, pois se tornou uma discussão global. Todos falam de meio ambiente, preservação e alguns tentar ajudar a cuidar para que tudo isso melhore. Outros ainda não entenderam a importância de tudo ser preservado e continuam desmatando florestas e fazendo queimadas. O Meio Ambiente é resumo de tudo que é importante e precisa de cuidados para que a qualidade de vida das pessoas seja melhor e com muita saúde.
Para que os seres vivos possam viver é preciso que as pessoas se conscientizem da importância da preservação dos recursos naturais, pois sem eles não há vida. Na verdade as modificações que acontecem no meio ambiente em resumo são as chuvas ácidas, o aquecimento global, racionamento de energia, a falta de água em alguns lugares e muitas outras coisas que acaba deixando os seres vivos limitados. Muitas pessoas ainda não se deram conta da importância da natureza e cometem crimes ambientais terríveis e nem se importam com as conseqüências. Todos os dias são derrubadas muitas árvores de áreas preservadas e as autoridades fazem de tudo para combater o desmatamento, mas mesmo assim eles conseguem cometer essas barbaridades e sem pensar no futuro derrubam as árvores acabando com o que é mais importante na vida das pessoas.
O meio ambiente é o resumo de vida com qualidade e sem doenças principalmente com as crianças que sofrem muito com problemas respiratórios e tudo isso por causa da grande poluição do ar. As em presas e hidrelétricas são um meio de poluição muito grande nas grandes cidades e o ar puro é essencial para uma vida saudável e sem problemas. Outro fator importante que contribui muito com a poluição são os veículos que soltam no ar o combustível queimado e com isso destroem o meio ambiente e hoje o número de automóveis nas ruas é absurdamente grande causando muitos danos ao ar. Os meios de transporte também causam problemas ao meio ambiente, mas mesmo assim são utilizados com muita freqüência e as pessoas não se preocupam nem um pouco com isso.
Em resumo o meio ambiente é tudo, é vida, é natureza é o local onde vivemos e com isso precisamos preservá-lo e cuidar dele como se fosse nossa casa. As queimadas precisam parar o desmatamento não pode acontecer e os poluentes não podem ser usados com tanta freqüência. As águas de rios, lagoas e do mar precisa ser limpa e sem lixo para que as pessoas possam se banhar em dias de calor sem se preocuparem com doenças. Precisamos de ar puro para respirar, precisamos de água limpa para beber e precisamos viver com dignidade e saúde.

ABORTO


2) “ABORTO”

O quanto vale a vida humana?

Portanto, a questão do aborto só admite duas possibilidades:
A primeira é a de que o feto é realmente um ser humano - pequeno e indefeso - que está numa fase de desenvolvimento no ventre de uma mulher. Se assim for, o aborto é talvez o maior dos crimes, a ação mais horrível e monstruosa que os homens podem cometer. E os milhões de abortos cometidos anualmente no mundo constituem o mais sangrento holocausto da história: qualquer coisa tão macabra que de nenhuma forma, pode ser admitida por uma pessoa de bem.
A segunda possibilidade é a de que o feto não é uma fase do desenvolvimento do ser humano, mas é qualquer outra coisa. Por exemplo, como dizem alguns, uma parte anômala do corpo da mulher, uma espécie de tumor. Neste caso, pode ser eliminado em qualquer altura, sem que se perceba muito bem por que razão deve a lei meter-se no assunto.
Segundo o tal velho princípio, a realidade não permite que aquilo que está no ventre da mulher seja um bebê no caso de os pais quererem a criança, e não passe de "um tumor" se os pais resolverem não receber a criança.
Um dia, a mulher diz ao marido: Estou grávida; vamos ter uma criança. No dia seguinte resolvem que não querem ter o filho, e a mulher dirige-se a um médico para que lhe retire um "tumor" do corpo. De um dia para o outro "aquilo" passou de criança a tumor... Então isto pode ser assim?
Aquilo que a mulher traz dentro de si é uma realidade objetiva: os interesses do casal, ou de quem quer que seja, não pode mudar a realidade daquele ser, ou seja, é um bebê ou não.
Ora acontece que a ciência nos diz que "aquilo" é um ser humano em desenvolvimento dentro da mãe. Assim aprendem os nossos filhos na escola. De resto, também não era preciso que a ciência falasse: qualquer um vê que se um bebê, ao sair da barriga da mãe, é um bebê, não pode ser outra coisa antes de sair da barriga da mãe.
Depois de assim usarmos o raciocínio, começamos por nos ofender a nós mesmos se procedermos como seres irracionais, resta-nos aplicar aquela expressão, rude mas bela, que o nosso povo conservou: chamar os bois pelos nomes; chamar ao aborto "horroroso homicídio".

INTOLERÂNCIA


Mundo Contemporâneo

“Vê o quanto ao nosso lado tudo isso acontece”!

1) “INTOLERÂNCIA”

Esse tema, é um dos principais que abrange o ser humano ao seu limite,ao ponto de ocorrer conflitos entre si.
A intolerância atual,é uma nova ideologia, ou seja, um conjunto global de idéias fechado para si mesmo, que pretende ser uma única verdade, racional, única digna de ser levada em consideração na cultura, na política, na legislação, na educação e etc..
Aborrece a intolerância das pessoas do pensamento conservador, onde hoje em dia,o mundo está globalizado de idéias e divergências, onde o respeito pelo seu próximo, tem que prevalecer, independente da opinião oposta.
A intolerância, parte de modo que o ser humano não estão mais se respeitando, presente nos lares familiares, nas religiões, no serviço e chegando a agredir moralmente e psicologicamente muitos seres.
A intolerância, pode ser interpretada de muitas formas,mas a que coloco como fundamento de desgaste humano seria tolerar um ao outro por incompatibilidade de pensamentos e de limites que podemos ter.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"ESSA TAL ANSIEDADE......Por Rogério Roveroni"!



Caros companheiros dos seminários,é inevitável esta ansiedade e nervosismo que nos causa diante á uma apresentação. Como qualquer ser humano,temos nossos momentos em que não sabemos como agir diante um momento tão hilário como passamos na hora de falar e explicar algo......burbrurbrurbrur...que nervosismo da p....hauhauahauauaua..mas,temos que nos controlar diante fatos que são denominados á nós!

Como explicar isso..veja abaixo e tente entender:

DESATIVE O GATILHO DO NERVOSISMO NAS APRESENTAÇÕES:
Podemos ceder a ele, ou então tentar controlá-lo. Mas como fazer isso?

Esse nervosismo geralmente é agravado por um fator. Você irá aprender qual é esse fator que desequilibra nossos sentidos e poderá, assim, controlá-lo.

O motivo que desperta um alto grau de nervosismo numa apresentação é o perfeccionismo que impomos a nós mesmos.

Para falar sobre perfeccionismo, é melhor a gente entender direito o que é isso. Você vai ver que não é bem o que a maioria das pessoas pensa.

Vamos ver o que uma psicóloga nos fala sobre o perfeccionismo:

"Perfeccionismo
Defeito ou qualidade?

Agência Unipress Internacional
Por Gabriela Jaya

Quando falamos em perfeccionismo, muitas vezes pensamos em algo positivo, em sinônimo de sucesso. Isso acontece porque acreditamos que o perfeito caminha para o êxito, mas nem sempre é bem assim. Procurar fazer o melhor é saudável, mas querer ser sempre perfeito torna-se um grande problema.

No dicionário, perfeccionismo é a “tendência obsessivamente exagerada para atingir a perfeição na realização de alguma coisa”. Esse exagero e essa obsessão muitas vezes impedem o sucesso e o crescimento pessoal.
A psicóloga Valéria Lemos Palazzo explica que o perfeccionismo aparece como um jogo de pensamentos e de comportamentos de “autoderrota”, com obejtivos não realistas e excessivamente elevados.

“Estudos recentes mostraram que as atitudes perfeccionistas interferem realmente no sucesso. O desejo de ser perfeito pode transmitir a você um sentimento interno de satisfação pessoal. Porém, exteriormente ele pode realizar exatamente o oposto, e fazer com que você não consiga certas realizações tanto quanto as pessoas que têm expectativas mais realistas sobre si mesmas”, destaca.

A psicóloga ressalta que a idéia de querer sempre atingir a perfeição acontece por uma busca da pessoa pela aprovação das outras, acreditando que isso só é possível com a perfeição.

“Isto pode deixá-la vulnerável e excessivamente sensível às opiniões e às criticas dos outros. Na tentativa de proteger-se de tal criticismo, você pode decidir que ser perfeito é sua única defesa”, revela.

Pensamentos e sentimentos relacionados ao perfecionismo, segundo a psicóloga
- Medo de errar. Os perfeccionistas, freqüentemente, associam uma falha em conseguir seus objetivos como uma falta pessoal ou de valor.
- Os perfeccionistas comparam freqüentemente erros com falhas. Ao orientar suas vidas em razão de evitar erros, aos perfeccionistas faltam oportunidades de aprender e crescer.
- Medo da desaprovação. Se deixarem os outros verem suas falhas, os perfeccionistas temem, freqüentemente, não serem aceitos. Tentar ser perfeito é uma maneira de tentar proteger-se do criticismo, da rejeição, e da desaprovação.
- Pensamento definitivo. Os perfeccionistas acreditam freqüentemente que são “sem valor” se suas realizações não forem perfeitas. Os perfeccionistas têm dificuldade de enxergar as situações em perspectiva. Por exemplo: Um estudante que recebe uma nota “B” em vez de uma nota “A”, pode acreditar: “Eu falhei” (o que se reflete em: “eu sou uma falha total”).
- Superênfase nos “deveria”. As vidas dos perfeccionistas são estruturadas, freqüentemente, por uma lista infinita de “deveria”. Existem regras rígidas de como suas vidas devem ser conduzidas. Com superênfase nos “deveria”, os perfeccionistas passam a controlar suas vidas através de regras, em vez de perceber o que realmente gostam e querem.

- Acreditando que o outro é facilmente bem-sucedido. Os perfeccionistas tendem a perceber que o sucesso dos outros é conseguido com um mínimo deo esforço, poucos erros, baixo stress emocional, e máxima autoconfiança. Ao mesmo tempo, vêem seus próprios esforços como ineficazes e inadequados.

Como mudar
Para mudar, é necessário ter como prioridade a satisfação pessoal e não ter em mente que o melhor para você é corresponder às expectativas de outras pessoas. “Os comportamentos saudáveis têm como foco o prazer no processo de perseguir uma tarefa, em vez de focalizá-la somente nos resultados finais”, explica.

È necessário entender que errar é humano e que falhas acontecem. É importante também não se martirizar por causa de pequenos problemas e não sofrer por antecedência.
Algumas dicas da psicóloga são:
- Perceber que o perfeccionismo é indesejável e que a perfeição é uma ilusão inatingível.
- Tenha objetivos condizentes com a realidade, tendo sempre como base as suas próprias vontades e necessidades e levando em conta tudo o que você já realizou no passado. Isto permitirá você a aumentar a sua auto-estima.
- Dê pequenos passos. Pense nos seus objetivos de maneira seqüencial, mas sem rigidez.
- Pense que o mundo não termina quando você não é perfeito e que você pode conseguir muita coisa que deseja, sem a necessidade de ser 100% perfeita.
- Focalize no processo de fazer uma atividade e não apenas no resultado final.
- Use seus sentimentos de ansiedade e depressão como oportunidades para perguntar-se: "Eu tenho colocado expectativas impossíveis para mim mesma nesta situação?"
- Confronte os medos que podem estar atrás de seu perfeccionismo se perguntando: "O que mais me dá medo nesta situação? Qual é a pior coisa que poderia acontecer?"
- Reconheça que muitas coisas positivas somente podem ser aprendidas cometendo-se erros. Quando você cometer um erro, pergunte: "O que eu posso aprender desta experiência?"
- Evite o pensamento rígido em relação aos seus objetivos.
- Dê uma chance a si mesma e aos outros que estão ao seu lado; chance de descansar, de aproveitar a vida, de se divertir ."

Interessante, não é?

Você pode não ser um perfeccionista no dia-a-dia como acima descrito, mas a verdade é que podemos sê-lo um pouco em algumas ocasiões.

Nós nos impomos uma alta expectativa em algumas situações específicas. Por exemplo, a noiva quer que tudo saia exatamente como ela planejou, e muitas vezes se estressa além do necessário. O noivo pode não estar tão ansioso, pois apesar de considerar seu casamento um grande acontecimento, ele tem expectativas realistas. Se algo der errado e for tolerável ele não vai perder o equílibrio por isso.

O mesmo pode acontecer com uma apresentação!!

Nutrimos uma ansiedade de que tudo dê certo, que não gagueje, que não se mostre nervoso, que saiba responder às perguntas, que o datashow funcione, que o Godzila não destrua a sala e tudo mais.

O fato é que, se alimentamos demais as nossas expectativas de que tudo saia perfeito podemos estar impondo expectativas irreais a nós mesmos.

E a verdade é a seguinte: ninguém é perfeito. Ninguém vai gostar de você por você ser perfeito. E sua apresentação não precisa ser perfeita.

Conforme-se com pequenas falhas, incidentes e saias-justas. Isso acontece (como dizem, "shit happens"). Ninguém vai crucificar você por isso.

Faça um lista curta sobre as prioridades da sua apresentação e atenha-se a elas. Eleja dois ou três prioridades imprescindíveis (não posso deixar de falar tal coisa, devo deixar tal mensagem no final, etc) e use cue cards se for possível.

Aceite que poderá falhar em alguns pontos, como qualquer pessoa.

Procure entender sua apresentação por esse ponto de vista, e no final das contas você poderá perceber que ela fluirá melhor do que você esperava!!!

E assim,vamos vivendo e gozando da vida da melhor maneira possível hauahauhaua.....VALEU!

LITOGRAFIA



Litografia (do grego λιθογραφία, de λιθος-lithos pedra e γραφειν-graféin grafia, escrita) é um tipo de gravura. Essa técnica de gravura envolve a criação de marcas (ou desenhos) sobre uma matriz (pedra calcária) com um lápis gorduroso. A base dessa técnica é o princípio da repulsão entre água e óleo. Ao contrário das outras técnicas da gravura, a Litografia é planográfica, ou seja, o desenho é feito através do acúmulo de gordura sobre a superfície da matriz, e não através de fendas e sulcos na matriz, como na xilogravura e na gravura em metal (ver técnica). Seu primeiro nome foi poliautografia significando a produção de múltiplas cópias de manuscritos e desenhos originais.

HISTÓRIA
Essa técnica foi inventada por Alois Senefelder - um jovem ator e escritor de teatro alemão - por volta de 1796, quando buscava um meio de impressão para seus textos e partituras e se deparava com o desinteresse dos editores. Acabou inventando um processo químico novo, mais econômico e menos demorado que todos os outros meios conhecidos na época. A acção de desenhar/escrever sobre pedra já era conhecida, o crédito de Senefelder é ter equacionado os princípios básicos da impressão a partir da mesma. Apoiou-se em textos encontrados em Nuremberg, sobre as experiências de Simon Schmidt, sacerdote e professor bávaro, sendo este o primeiro a pensar a pedra como matriz reprodutora.

A Litografia foi usada extensivamente nos primórdios da imprensa moderna no século XIX para impressão de toda sorte de documentos, rótulos, cartazes, mapas, jornais, dentre outros, além de possibilitar uma nova técnica expressiva para os artistas. Pode ser impressa em plástico, madeira, tecido e papel. Sabe-se que o primeiro pintor que se utilizou com sucesso da técnica de litografia foi Goya, em sua série Touradas, de 1825. Este experiente artístico atingiu seu apogeu nas últimas décadas do século XIX, quando diversos autores franceses como Gustave Doré, Renoir, Cézanne, Toulouse-Lautrec, Bonnard, dentre outros, promoveram uma renovação da litografia a cores.

TÉCNICAS:
técnica da litografia pode ser dividida em quatro etapas básicas:

LIMPEZA:
Antes de mais nada é necessário apagar a imagem anterior desenhada na pedra, para que não haja interferências no seu desenho original e para isso, espalham-se grãos (pó de esmeril grão 80, 150 e 220 ou areia fina bem peneirada) sobre a pedra, joga-se um pouco de água para umedecer e coloca-se outra pedra calcária mantida para esse fim ou quebrada para lixá-la. Deve-se lixar a pedra sempre em um movimento de oito (infinito), cuidando para que nenhum pedaço da pedra de baixo fique intacto, para evitar desnivelamentos. Quando o desenho demora a sair, despeja-se uma solução de ácido acético a 10% para quebrar a gordura remanescente, deixando agir por 2 a 5 minutos antes de lavá-la. Não se pode esquecer de limar as arestas irregulares da pedra num ângulo de aproximadamente 45º, para que a pedra não lasque e nem marque o papel. Depois que a pedra está seca, é bom evitar o contato da superfície com as mãos ou qualquer substância rica em gordura, para que não haja manchas indesejadas que prejudiquem na impressão.

DESENHO:
A segunda etapa é desenhar sobre a pedra com materiais ricos em gordura já citados anteriormente, mas antes é necessário traçar uma margem de tamanho variado, com goma arábica. Uma vez a goma espalhada na pedra, a área atingida não receberá gordura, salvo se removida com uma lâmina ou com a ponta seca ou re-sensibilizada com solução de ácido acético diluído a 5%. Aqui a criatividade do artista atua, além dos métodos tradicionais de desenho sobre pedra, pode-se usar lâminas e pontas-secas para adicionar textura, marcas com papel carbono, agüada, entre outros.

ENTINTAGEM:
Depois que o desenho está pronto, e seco, caso tenha sido utilizada uma tinta aquosa, partimos para a acidulação e entintagem ou viragem, processos que fixam a gordura na superfície da pedra, evitando que esta se espalhe pelas áreas brancas, descaracterizando o desenho. Pulveriza-se o breu sobre a imagem, espalhando-o com um chumaço de estopa, depois a pedra recebe um banho de uma solução de goma arábica, acido tânico, nítrico e fosfórico, que fixa a gordura apenas na superfície. A matriz então fica dividida em duas áreas: a branca que retém água e repele gordura e a desenhada que agrega gordura e repele água. Limpa-se a superfície com removedor (aguarrás ou querosene) para eliminar o pigmento usado no desenho preservando apenas a gordura, em seguida, a superfície da pedra é umedecida com água. Nessa etapa, não podemos deixar a superfície da pedra secar.

A entintagem é feita com um rolo de couro ou de borracha, a tinta litográfica é oleosa e ao passarmos, adere somente nas partes engorduradas, muito embora devamos limpar as margens e a superfície da pedra com uma esponja úmida para evitar qualquer acúmulo de tinta que possa aparecer na hora da impressão.

IMPRESSÃO:
A última etapa é a impressão, as primeiras tentativas são consideradas testes. A espessura da pedra deve ser de pelo menos 5 centímetros, para evitar rachaduras. O papel(ou outro material) é colocado sobre a pedra, de maneira alinhada. Usa-se uma prensa manual própria para a litografia, a pedra é colocada sobre a superfície plana da prensa que desliza sob a pressão de uma trave chamada ratora. Gira-se a manivela com cuidado para que a ratora não ultrapasse o limite da pedra, causando um acidente, devido a forte pressão. O desenho será impresso de maneira espelhada no papel, assim como nas outras modalidades da gravura. A litografia permite tirar muitas cópias da mesma matriz. Depois de tiradas as cópias desejadas, a pedra está pronta para ser limpa e reutilizada.

LITOGRAFIA NO BRASIL:
A primeira Oficina de Litografia de Minas Gerais
Em Minas Gerais, a primeira oficina litográfica voltada exclusivamente para a atividade artística funcionou no Centro Artístico Cultural de São João del-Rei. A oficina foi montada em 1961 com o equipamento da extinta Gráfica Castello, uma prensa e 200 pedras litográficas, adquirido pelo artista baiano João Quaglia, que se juntou aos são-joanenses Geraldo Guimarães, Sílvia Lombardi e aos padres David e Tiago do Colégio Santo Antônio.

O trabalho desenvolvido repercutiu de tal forma nos meios artísticos de Belo Horizonte, que a Escola Guignard organizou um curso para Quaglia ministrar a seus alunos, sob sugestão da aluna Lotus Lobo, que conhecera as atividades do Centro Artístico e Cultural durante a Semana Santa de 1963, em São João del-Rei.

O curso ministrado por Quaglia acaba por estimular a criação do Grupo Oficina, formado por jovens artistas - Lotus Lobo, Roberto Vieira, Klara Kaiser, Nívea Bracher, Paulo Laender, Frei David, entre outros -, que passam a utilizar a litografia como meio expressivo para suas atividades artísticas. Trabalhando em conjunto, experimentam as possibilidades técnicas da litografia, entre as quais se destacam a fidelidade ao desenho original e o caráter de reprodutividade em série.

BACKLIGHT



TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO VISUAL E GRÁFICA

Backlight: é a forma de iluminação usada num monitor LCD. Backlights diferenciam-se de frontlights porque iluminam o LCD por trás ou pelo lado, enquanto os frontlights ficam na parte frontal do LCD. São usados em telas pequenas para melhorar a legibilidade em más condições de luz e em telas de computadores e televisores LCD para produzir luz de maneira análoga a um monitor CRT.

TIPOS DE FONTES DE LUZ:
A fonte de iluminação pode ser:

Lâmpada incandescente
Um ou mais LEDs
Painel eletroluminescente (ELP)
Uma ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL)
Lâmpada fluorescente de catodo quente (HCFL)
Um ELP fornece luz uniforme sobre toda a superfície, mas outros tipos de backlight geralmente empregam um difusor para produzir luz uniforme a partir de uma fonte não-uniforme.

Backlights podem ser de qualquer cor. LCDs monocromáticos geralmente têm backlights em amarelo, verde, azul ou branco, enquanto telas coloridas usam backlights brancos, que cobrem a maior parte do espectro da luz visível.

FRONT LIGHT


TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO VISUAL E GRÁFICA

FRONTLIGHT designa um tipo de mídia exterior de altíssimo impacto visual. Consiste em um painel suspenso por um poste resistente, em geral a grandes alturas, onde uma lona impressa é aplicada. Essa lona é iluminada por refletores externos, formato que deu origem ao nome do veículo. Com formatos avantajados, insere-se com destaque no ambiente dos grandes centros urbanos ou mesmo em trechos rodoviários, pois possibilita visualização de longa distância.

Sua característica de construção, iluminação e formato são os fatores que proporcionam um dos mais altos índices de Recall da categoria, pois impressiona pessoas em grande número, dia e noite, tornando sua comunicação muito mais eficiente.

terça-feira, 20 de outubro de 2009


Perguntas relacionadas ao Mundo Contemporâneo:

1°)“O Estado serve a nós ou nós servimos ao Estado?”

Com o decorrer dos anos, percebemos a influência do Estado em nosso cotidiano,onde presente,gira em torno de onde buscamos e recorremos auxílio em determinados campos. Porém,por mais que paguemos impostos e tributos,não somos retribuídos ou melhor dizendo, obtendo os direitos dignos de um cidadão.
Citarei exemplos básicos aos quais é fato:” a saúde, segurança e educação”....como são claras estas realidades e mostradas claramente por vários veículos de mídia, onde virou rotina dia após dia nos depararmos com absurdos que acontecem diariamente; na saúde, os cidadães que pagam seus impostos e não tem um bom atendimento em hospitais públicos,sendo que muitas vezes tem que esperar um agendamento e atendimento em datas extensas.
A segurança que muitas vezes deixa a desejar,onde pessoas são assaltadas, seqüestradas, violentadas e mortas.
Na educação,vemos que há desmotivação por parte de alguns funcionários em relação ao estado,o porque disso: pela carência que é fornecida aos profissionais e também em relação á salários baixos que são repassados ao mesmo.
Não radicalizando todos os setores públicos,mas é assim que se encontra esta questão;mais servimos do que somos servidos.

2°)“A Ideologia Religiosa, vai permitir a livre expressão da comunicação?”

A livre liberdade de expressão,é um elemento fundamental do Estado Democrático de direito,onde temos a liberdade de expressão,de pensamento,de manifestação,assim como a liberdade de convicção política,ideológica e religiosa. Desta forma,não há como cogitar uma sociedade democrática sem a possibilidade das pessoas manifestarem suas opiniões e pensamentos livremente.
Diante o mundo globalizado que vivemos,é fato que as Ideologias Religiosas se empunharão diante á vários questões que envolver suas crenças .
Os veículos comunicativos ,não de hoje,se submetem também nesta questão,onde muitas vezes a conduta religiosa fala mais alto e muitos fatos e esclarecimentos ficam sem conclusões especificadas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009





LIBERALISMO

Liberalismo=Em Filosofia Política, o que chamamos Liberalismo é a forma ao mesmo tempo racional e intuitiva de organização social em que prevalece a vontade da maioria quanto à coisa pública, e que está livre de qualquer fundamento filosófico ou religioso capaz de limitar ou impedir a liberdade individual e a igualdade de direitos, e no qual o desenvolvimento e o bem estar social dependem da divisão do trabalho, do direito de propriedade, da livre concorrência e do sentimento de fraternidade e responsabilidade filantrópica frente à diversidade de aptidões e de recursos dos indivíduos.
Em sua inteira expressão, o pensamento liberal contem um aspecto intuitivo, além do puramente racional, e esquecer essa particularidade – como, me parece, faz grande número de filósofos e cientistas políticos – implica em não compreender inteiramente a essência do Liberalismo.
Na antiguidade – na Grécia de alguns séculos antes de Cristo –, existiu um regime semelhante ao Liberalismo, pelo menos no que diz respeito à livre decisão do povo, através do voto da maioria, nas questões de interesse público. Porém foi nessa mesma Grécia, daquela mesma época, que a idéia rival do Liberalismo foi ensinada por Platão. Em sua obra A República ele argumenta que a maioria do povo é ignorante, e não sabe decidir racionalmente de acordo com a vontade geral de bem estar social. Por esse motivo, o voto deveria ser privilégio da elite de filósofos, homens esclarecidos que saberiam muito melhor o que seria o bem para todos. Embora não existissem as denominações Liberalismo (vontade livre da maioria) e Socialismo (vontade racional da minoria esclarecida), os germes dessas duas idéias opostas já estavam nessas duas posições políticas.
O Liberalismo parte do princípio de que o homem nasce livre, tem a propriedade dos bens que extrai da natureza ou adquire por via de seu mérito ou diligência e, quando plenamente maduro e consciente, pode fazer sua liberdade prevalecer sobre as reações primárias do próprio instinto e orientar sua vontade para a virtude. Uma pessoa madura e livre está à altura de perseguir sua felicidade a seu modo, porém respeitada uma escala de valores discutida e aprovada por todos, ou seja, ela deve reconhecer sua responsabilidade em relação ao seu próprio destino e ao objetivo da felicidade coletiva em sua comunidade ou nação. Será contraditório que alguém ou algum grupo tenha naturalmente poderes para cercear essa liberdade sem que parta do próprio indivíduo uma concordância para tal.
Liberalismo pode ser resumido como o postulado do livre uso, por cada indivíduo ou membro de uma sociedade, de sua propriedade.
O liberalismo pode ser:

Anarco-capitalismo
Liberalismo econômico
Liberalismo clássico
Liberalismo Social
Libertarianismo
Neoliberalismo
Ordoliberalismo alemão

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O Fim dos Impérios

Disciplina: Mundo Contemporâneo

Professor: Josué Makoto

Livro: A Era dos Extremos

Conclusão: O Fim dos Impérios
Os acontecimentos que marcaram “o fim dos impérios”, ocorridos entre os séculos XIX E XX, podem ser vistos como grandes acontecimentos mundiais, onde analisa-se crises financeiras e políticas, os acontecimentos da I e II Guerra Mundial, a passagem pela Guerra Fria, até o fim do Império Soviético.
Quase todas as principais nações que estavam envolvidas na II Guerra Mundial começaram a abrir mão de suas colônias logo após o conflito. Os Estados Unidos deram a independência às Filipinas, sua principal possessão no Pacífico. Potências européias como a Grã Bretanha também começou a se retirar de suas possessões na África e na Ásia, e a França foi forçada a sair tanto da Indochina quanto, mais tarde, da Argélia.
No fim da Segunda Guerra Mundial, o perigo para o capitalismo era uma realidade assustadora pois, nenhum país em guerra da Europa Ocidental, exceto a Grã -Bretanha, conseguiu manter o Sistema de Estado Capitalista.
Reagindo à industrialização dos EUA, a Grã-Bretanha da época vitoriana, já industrializada e primeira exportadora de capitais, dirigiu os investimentos para sua zona de influência imperial, onde assim, a Grã-Bretanha tinha consciência de seus limites, sobretudo quando ao poderio militar. Como seu poder econômico não dependia de poderio militar, mas do comércio, adaptou-se mais facilmente à perda da sua condição de império, da mesma maneira como havia enfrentado a mais grave fatalidade da sua história,o fim das suas colônias americanas.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A Gripe Suína

A gripe suína refere-se á gripe causada pelas estirpes de vírus da gripe, chamada vírus da gripe suína, que habitualmente infectam porcos, onde são endémicas. Em 2009 todas estas estirpes são encontradas no vírus da gripe C enos subtipos do vírus da gripe A conhecidos como H1N1,H3N1,H3N2 E H2N3.
Em seres humanos , os sintomas de gripe A(H1N1)são semelhantes aos da gripe e síndroma gripal em geral, nomeadamente calafrios, febre, garganta dolorida, dores musculares, dores de cabeça forte, tosse, fraqueza, desconforto geral, e em alguns casos, náuseas, vômitos e diarréias.
O vírus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do suíno na emergência desta nova estirpe de vírus encontra-se sob investigação. Contudo, é certo que não há qualquer risco de contaminação através da alimentação da carne suína cozida. Cozinhar a carne de porco a 71*C mata o vírus da influenza, assim como outros vírus e bactérias.
A mulher na Política

Pode -se dizer que ao longo dos anos,a mulher tem tido seu papel fundamental na política mundial,onde assim,podemos destacar cada vez mais sua garra e força de vontade de se fazer a diferença neste setor político.
As mulheres vêem cada vez mais conquistando seu lugar em diversos lugares da sociedade,onde o caminho mais árduo tem sido o da participação na política.
Embora algumas mulheres tenham conseguido cargos antes nunca conquistados,é o caso de Michelle Bachelet,que em 2006 se tornou a primeira presidente mulher do Chile e da América Latina.
No Brasil,cogita-se a forte participação de Dilma Rousseff na concorrência as eleições de 2010 ,representando o partido trabalhista(PT).
E assim,fica aqui postado o diferencial que a mulher pode -se fazer na política Mundial.