
Arte de amar - O Sexo atual
Dentro de um relacionamento de amor na atualidade é a liberdade. A sexualidade ganhou fronteiras e, com ela, infinitas possibilidades de prazer. O tabu virou coisa do passado? Porém, até que ponto somos ou não modernos com relação ao sexo?
No tocante a freqüência da relação sexual, quanto maior o grau de atração, mais o casal quer estar junto para o sexo. Mas nem tudo está ligado à atração física, e sim, à intensidade do amor que uma pessoa tem pela outra.
O amor deve potencializar a atração e ser a ´´mola mestra`` dos relacionamentos. O grau de satisfação não é proporcional à freqüência, pois quantidade não significa qualidade, e a freqüência depende disso. Se a relação for boa, quanto mais os amantes explorarem, melhor.
E é claro, tudo também depende do estado físico, da capacidade de atrair e de se sentir atraído, do tempo, do espaço e da disponibilidade para o amor. Saber organizar a vida é muito importante. Tanto que muitas pessoas colocam o sexo em segundo plano, principalmente quando chegam cansadas do trabalho ou quando têm compromissos mais importantes para cumprir. Sexo aos atropelos é sempre embaraçoso, concorda?
Outro fator que aumenta a freqüência sexual é a novidade. É onde entra a chamada criatividade: ´´em vez de nos apresentarmos sempre do mesmo jeito, devemos evoluir criando formas e climas originais de amor. Apesar disso, é impossível evitar eventuais brigas. Mas elas também podem contribuir para o aumento da freqüência, já que muitas vezes alteram completamente o relacionamento do casal e resolvem problemas que antes impediam o fluir natural da relação.
E há ainda o ´´efeito lua-de-mel`` que pode pode ou não um papel muito importante na vida do casal. Seus efeitos são relativos hoje em dia, já que existe uma diversificação enorme de uniões experimentadas. Os casais que nunca tiveram relações sexuais entre si antes do casamento encaram esse momento como decisivo e o enfrenta, com muita expectativa ou mesmo dificuldade.
As pessoas virgens, que nunca tiveram relações em suas vidas, como é o caso de mulheres de arraigada formação religiosa, em vez de sentirem prazer, ficam decepcionadas. O fato de o sexo ter sido proibido no decorrer de suas vidas o torna doloroso e violento no momento da desmistificação. O homem, por conseguinte, se decepciona ao não vê-la participar e perde a ereção. Essa reação é muito freqüente. Nesse caso, a lua-de-mel tem importância decisiva na vida do casal e significa o início de tudo.
Para os casais que já se conhecem fisicamente antes do casamento e a prática sexual é uma coisa rotineira em suas vidas – a lua-de-mel é também o início, só que muito mais no plano social e emocional do que no sexual. O seu papel é o da concretização da sedução, a primeira noite após a decisão de viverem juntos.
É geralmente durante a lua-de-mel que a freqüência da relação sexual é maior. O ideal seria manter essa freqüência para sempre, sempre buscando novas criatividades. Para que isso aconteça, tem de existir amor. Quando ele não consegue se manter, a lua-de-mel dura apenas o período de descoberta.
Sexualidade na adolescência
A educação da sexualidade leva os jovens a uma maior responsabilidade no que diz respeito à vida sexual. Nesta fase o diálogo com os adultos é essencial
Em qualquer fase da adolescência, a educação da sexualidade leva os jovens a uma maior responsabilidade no que diz respeito à vida sexual. Nesta fase o diálogo com os adultos é essencial.
Sexualidade na adolescência
A sexualidade é parte integrante do desenvolvimento da personalidade e da identidade, assim como do processo educativo, caracterizando o homem e a mulher no plano físico, afectivo, espiritual e psicológico.
Mas o que é isto de sexualidade, tão falada hoje em dia e considerada tabu em tempos? A OMS declara que sexualidade é «uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental».
Mas o termo sexualidade não é fácil de definir. Segundo diz Ana Paula Bastos (2001), a sexualidade tem a ver com tudo o que somos e experimentamos, nasce e morre connosco, manifestando-se ao longo de toda nossa vida, está ligada à ideia de felicidade e comunicação com o outro, deve estar integrada no nosso projecto de vida». Ou seja, a sexualidade é todo o nosso ser, somos biofisiologicamente sexuados, tendo, a sexualidade, uma dimensão biológica indescritível, acompanhando-nos ao longo da nossa vida, diferente em cada idade e ao longo de todo o ciclo vital.
Para que se possa viver a sexualidade sem medos é importante passar a mensagem de que se deve falar deste tema com dignidade, simplicidade, oportunidade, clareza e verdade. Alguns jovens não conseguem lidar com este assunto com o à-vontade essencial para uma formação sexual positiva sendo, por vezes, uma matéria nova e ainda hoje considerada, por muitos, um tabu.
Apesar dos adolescentes estarem receptivos a mudanças, neste período acontece tudo muito rapidamente. São mudanças exteriores e interiores, é uma idade de conquista, da autonomia, da construção de identidade, de projectar o futuro e da definição da orientação sexual. É nesta fase que a família e os educadores têm um papel muito importante.
A ajuda destas pessoas permite um processo de crescimento mais lento, tornando a aprendizagem mais suave e o processo de maturação propícia ao desenvolvimento humano progressivo e harmonioso.
Homossexualismo
Homossexualidade (grego homos = igual + latim sexus= sexo) refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser — humano ou não — que sente atração física, emocional e estética por outro ser do mesmo sexo. Como uma orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; "o termo também refere-se a um indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual.
A homossexualidade é uma das três principais categorias de orientação sexual, juntamente com a bissexualidade e a heterossexualidade, sendo também encontrada em muitas espécies animais. A prevalência da homossexualidade entre os humanos é difícil de determinar com precisão;na sociedade ocidental moderna, os principais estudos indicam uma prevalência de 2% a 13% de indivíduos homossexuais na população, enquanto outros estudos sugerem que aproximadamente 22% da população apresente algum grau de tendência homossexual.
Ao longo da história da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram admirados ou condenados, de acordo com as normas sexuais vigentes nas diversas culturas e épocas em que ocorreram. Quando admirados, esses aspectos eram entendidos como uma maneira de melhorar a sociedade;[18] quando condenados, eram considerados um pecado ou algum tipo de doença, sendo, em alguns casos, proibido por lei. Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental.[19] Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais varia muito de país para país. Enquanto em alguns países o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, em outros, certos comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte.
Muitas pessoas homossexuais escondem seus sentimentos e atividades por medo de reprovação ou de violência por parte da sociedade; a expressão mais comum usada para pessoas nesta situação é "no armário". Já quando pessoas homossexuais ou bissexuais resolvem divulgar sua orientação sexual para seus amigos e familiares, a expressão mais comum é "sair do armário". Os esforços para a emancipação da homossexualidade, como ela é compreendida atualmente, começaram na década de 1860, porém desde meados da década de 1950 tem havido uma tendência de aceleração no sentido de uma maior visibilidade, aceitação e criação de direitos civis para os gays, lésbicas e bissexuais. No entanto, o heterossexismo e a homofobia ainda persistem na sociedade, o que torna difícil para as pessoas, e principalmente para os jovens homossexuais, se sociabilizarem com os outros, podendo resultar, em alguns casos, no suicídio.[20] Atualmente os adjetivos mais comuns em uso são "gay", para os homens homossexuais, e "lésbica", para as mulheres homossexuais, embora alguns prefiram outros termos ou nenhum.