quinta-feira, 22 de abril de 2010

ABRIL,RETORNEI PARA FICAR!


Para aqueles que pensaram que eu não retornaria,voltei para ficar!
Minha vida anda muito corrida,meus objetivos estão ao meu aguardo,não tenho mais tempo a perder,torçam por mim sempre..abçs a tds!

sábado, 28 de novembro de 2009

IGUALDADE


A igualdade material, já definida, se difere da chamada igualdade formal - a de que todos são iguais perante a lei - e que tem duas facetas: a) igualdade na lei, que proíbe a discriminação entre pessoas que estão em situação idêntica e merecem o mesmo tratamento, tendo como destinatário o legislador, bem como a criação de privilégios; b) a igualdade diante da lei, dirigida ao aplicador do direito, proibindo-o de tratar diferente quem a lei considerou como igual.
A igualdade, todavia, não pode ser vista apenas como um princípio. O dispositivo de que todos devem ser tratados igualmente pode ser analisado como uma regra, um princípio ou um postulado (ÁVILA, 2008). Analisando a igualdade no âmbito do Direito Tributário, Ávila explica que ela pode ser uma regra, porque veda a criação de tributos que não sejam iguais para todos os contribuintes. Como princípio, porque estabelece um valor e ordena a sua realização. E como postulado, "porque estabelece um dever jurídico de comparação a ser seguido na interpretação e aplicação, pré-excluindo critérios de diferenciação que não sejam aqueles previstos no próprio ordenamento jurídico." (ÁVILA, 2008, p.69).
Ele distingue regras de princípios, embora elas sejam consideradas normas. Para Ávila (2008, p.71), "regras são normas imediatamente descritivas que estabelecem obrigações, permissões e proibições mediante a descrição da conduta a ser adotada", enquanto os "princípios são normas imediatamente finalísticas, já que estabelecem um estado de coisas para cuja realização é necessária a adoção de determinados comportamentos." (Grifos do autor).
Como postulado, a igualdade é um comparativo de situações, fatos, atividades ou pessoas. Um dos diversos problemas envolvendo a igualdade é o de saber se duas pessoas devem ou não ter o mesmo tratamento. Não importa apenas se elas são iguais, mas se elas devem ou não ter o mesmo tratamento. Para se avaliar isso, devem-se comparar os sujeitos envolvidos por critérios que, além de serem permitidos, são relevantes e congruentes relativamente àquela finalidade pretendida. Desta feita, a metodologia de avaliação envolve: sujeitos, critério ou medida de comparação, elemento indicativo da medida de comparação e finalidade

A tentativa de promover a igualdade partindo-se de princípios equivocados, errôneos, ultrapassados e falsos resulta, na realidade, na promoção da desigualdade, do ódio racial no aumento dos preconceitos, institucionalizando o que a Constituição da República repudia. Se o objetivo é promover a inclusão social e econômica, uma pessoa branca, mas pobre, teria suprimido o seu direito de frequentar uma universidade, pois sua vaga poderia ser ocupada por uma pessoa da cor negra, porém rica, o que prova que a desigualdade maior e mais excludente decorre das condições econômicas e não da cor da pele.
Nenhum homem deve ser avaliado e nem julgado conforme a sua raça, credo, cor ou origem, nem conforme o grupo a que pertence, mas sim, como indivíduo portador de características físicas, biológicas, genéticas e culturais diversas. O conceito de raça nada tem de biológico, mas sim, de ideológico, que esconde uma idéia de poder e dominação. Raça, portanto, é um conceito cultural, produto da imaginação humana, sem valor científico. "As raças não existem em nossa mente porque são reais, mas são reais porque existem em nossa mente." (KAUFMAN, apud PENA 2008, p.5).
A única forma de promover a igualdade entre as pessoas de cor preta, parda, amarela, branca ou vermelha é através da educação de qualidade, formando jovens para que possam, através de suas habilidades individuais devidamente identificadas e desenvolvidas, trabalhar e ascenderem na pirâmide social, aumentando suas vantagens competitivas, como os especialistas em RH costumam dizer.
Como a educação brasileira está distanciada do cotidiano dos alunos e não preenche as lacunas de sua formação na família e na comunidade, o que se detecta, ao final do ensino médio, é uma percentagem altíssima de jovens sem as competências requeridas pelo ensino superior e sequer pelo secundário. Como o Brasil não parece disposto a investir em políticas públicas que alterem esse quadro, reserva vagas para os que, aos trancos e barrancos, concluem a educação básica - mascarando um descaso com a educação pública que, entra governo, sai governo, de esquerda, direita ou centro, só se perpetua.
Tal assertiva é confirmada pelos dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (2008), que informa sobre os índices de analfabetismo entre a população com idade igual ou superior a 15 anos, ou seja, de que a taxa entre os negros ou pardos é mais que o dobro da de brancos. Outro indicador é o conceito de analfabetismo funcional, que engloba as pessoas de 15 anos ou mais de idade com menos de quatro anos completos de estudo, ou seja, que não concluíram a 4ª série do ensino fundamental. Pode-se observar uma taxa de analfabetismo funcional para brancos (16,1%) mais de dez pontos percentuais abaixo da observada para pretos e pardos (27,5%).
Ao se admitir que a reserva de vagas é necessária, automaticamente se reconhece que o Brasil não investiu o que deveria nem na expansão do ensino superior gratuito e nem na melhoria de uma educação básica, que prima pela ineficácia.

PAZ NO MUNDO"DIREMOS NÃO Á VIOLÊNCIA"!


Não-Violência refere-se a uma série de conceitos sobre moralidade, poder e conflitos que rejeitam completamente o uso da violência nos esforços para a conquista de objetivos sociais e políticos. Geralmente usado como sinônimo para pacifismo, a partir do meio do século XX o termo não-violência passou a ser aplicado também para designar conflitos sociais que não utilizavam o uso de violência, assim como movimentos políticos e filosóficos que também utilizam os mesmos conceitos.
O termo não-violência é comumente associado à luta pela independência da Índia, que foi liderada por Mahatma Gandhi, e à luta pelos direitos civis dos estadunidenses de origem africana, liderada por Martin Luther King. O movimento realizado na Índia foi fortemente influênciado pelas idéias de não-violência de Henry David Thoreau e do anarquismo cristão de Leon Tolstoy. Nos dias atuais é fortemente influenciada pelo Humanismo de SILO.


Um Decênio da ONU

Em 10 de Novembro de 1998, a Assembléia Geral das Nações Unidas proclamou a primeira década do século XXI (de 2001 a 2010) como a Decênio internacional da promoção de uma cultura da não-violência e da paz em prol das crianças do mundo (International Decade for the Promotion of a Culture of Peace and Non-Violence for the Children of the World).

Por que Não-violência?

A maioria dos adeptos da não-violência escolheram esta opção por aspectos religiosos, éticos, ou ainda estratégicos. Nos dois primeiros casos, ela é utilizada como um princípio de integridade e respeito à condição humana. No último caso, trata-se tão somente de uma questão circunstancial, em que se faz útil essa prática. No entanto, em um mesmo movimento de não-violência podemos encontrar estes três aspectos co-existindo.
No mundo atual, a não-violência vem sendo amplamente utilizada em movimentos pelo trabalho, pela paz, pelo meio ambiente e pelos direitos das mulheres. No entanto, uma outra maneira de utilizar a tática de não-violência é com o intuito de direcionar a opinião pública (principalmente a internacional) contra regimes políticos extremamente repressivos, expondo ao mundo os excessos cometidos contra manifestações de cunho pacífico. Teoricamente, isto faria com que a comunidade internacional passasse a pressionar os dirigentes destes regimes opressivos.
O estudioso da não-violência Gene Sharp, em seu livro "The Politics of Nonviolent Action", sugere que a completa ausência de estudos sobre o tema no meio acadêmico de história, pode ser o reflexo de que as técnicas que visam conquistas sociais não são do interesse da elite. Esta acreditaria muito mais nos armamentos e no poder do dinheiro do que na capacidade de mobilização organizada de uma comunidade.
O pensador Mario Rodrigues Luis Cobos passou toda sua vida organizando um Movimento Humanista buscando aplicar os princípios da Não-violência Ativa para solucionar conflitos sociais da atualidade

Como funciona a Não-violência?

O uso da não-violência numa luta social é radicalmente diferente das idéias convencionais sobre resolução de conflitos. Contudo, uma série de conhecimentos que fazem parte do senso-comum de uma sociedade podem ser considerados como práticas de não-violência, tais como:
O poder daqueles que dirigem uma nação depende da aderência e consentimento dos cidadãos comuns. Sem uma burocracia, um exército ou uma força policial para pôr em prática os objetivos estipulados pela classe dominante, as leis perdem força quando não encontram respaldo no cidadão comum. A não-violência nos ensina que o poder depende da cooperação de outros tantos, assim, a não-violência faz desmoronar o poder dos dirigentes quando consegue extinguir grande parte desta cooperação.
Um outro conceito que faz parte do senso-comum é o de que somente através de um meio justo conseguiremos alcançar um fim justo. Quando Gandhi expressou que o meio pode ser comparado a uma raiz, e o fim a uma árvore, ele estava referindo-se ao objeto central de uma filosofia que alguns denominam de "Política Prefigurativa". Assim, aqueles que propõem a não-violência explicam que as ações tomadas no presente inevitavelmente irão repercutir na forma como a sociedade se organizará no futuro. Eles argumentam que seria irracional conceber uma sociedade pacífica através do uso da violência.
Alguns divulgadores da não-violência, como os Anarquistas Cristãos e os Ativistas Humanistas, defendem que devemos respeitar e amar os nossos oponentes. Este é o princípio que mais se aproxima das justificativas religiosas e espirituais para a não-violência, como pode ser visto no Sermão da Montanha quando Jesus Cristo clama aos seus seguidores "amai vossos inimigos", ou no conceito Taoísta do wu-wei, ou na filosofia da arte marcial Aikido, ou no conceito budista de metta (amor fraterno entre todos os seres vivos) e no princípio de ahimsa (não-violência entre todos os seres vivos), que também está presente no hinduísmo.

O Fim Não Justifica os Meios

Comumente escuta-se que o fim justifica os meios num alusão de que "certos" fins podem, ou devem, ser alcançados através de métodos não convencionais, ou anti-éticos, ou violentos. Este conceito é utilizado com freqüência numa tentativa de minimizar os meios violentos utilizados na guerra, na justificativa de leis severas e repressões impostas a grupos sociais ou religiosos ou étnicos, ou ainda, mas em crescente desuso, na justificativa de sistemas e métodos educacionais rigorosos e punitivos.
A Não-violência entende que o fim é um resultado do meio, num ciclo de causas e efeitos que se correlacionam e se estendem numa espiral evolutiva. Desta forma, a paz não pode ser obtida através de métodos violentos e repressivos. Uma "paz" que se pretende obter através da opressão, cessa assim que os instrumentos de repressão deixam de ser utilizados, logo, um estado real de paz não se mantém quando ela não se estende a todos os indivíduos de uma sociedade.
Uma releitura de "o fim justifica os meios" numa percepção da não-violência seria: os meios justificam o fim, ou seja, o fim é o resultado dos meios

DROGAS LÍCITAS




Drogas lícitas são drogas que tem a sua produção e seu uso permitidos por lei, sendo liberadas para comercialização, tais como as bebidas alcoólicas e cigarros.
Observa-se aqui que o fato de serem liberadas não significa que não tenham algum tipo de controle governamental bem como não provoquem algum prejuízo à saúde mental, física e social. Isto dependerá de múltiplos fatores tais como quantidade, qualidade e freqüência de uso.
As drogas lícitas mais consumidas pela população em geral, são as seguintes: álcool, tabaco, benzodiazepínicos (remédios utilizados para reduzir a ansiedade ou induzir o sono); xaropes (remédios para controlar a tosse e que podem ter substâncias como a codeína, um derivado do ópio); descongestionantes nasais (remédios usados para desobstruir o nariz) os anorexígenos (medicamentos utilizados para reduzir o apetite e controlar o peso);Suplementos alimentares(para aumento de energia e força);e os anabolizantes (hormônios usados para aumentar a massa muscular).
A ameaça das drogas lícitas - como álcool e cigarro - à saúde é muito maior do que a ameaça das drogas ilícitas. A advertência é da Organização Mundial da Saúde (OMS). O primeiro relatório do órgão de saúde mundial sobre esse assunto mostra que a dependência de álcool e cigarros tem um custo muito maior para a sociedade do que de drogas ilícitas como cocaína e crack. O relatório "Neurociência do Uso e Dependência de Substâncias Psicoativas" mostra que a dependência de drogas é um problema crescente, especialmente em países pobres que têm crescentes taxas de consumo de álcool e de fumo. Existem cerca de 200 milhões de usuários de drogas ilícitas em todo o mundo, o que corresponde a 3,4% da população mundial, de acordo com o relatório. As drogas ilícitas respondem por 0,8% dos problemas de saúde em todo o mundo, enquanto o álcool é responsável por 4,1% desses problemas e o cigarro responde por 4%.
As porcentagens são baseadas em um medida elaborada pela OMS que determinar os custos que as mortes prematuras e os anos vividos com deficiências acarretam à sociedade. O lançamento mundial do relatório foi feito no Brasil.
Os homens de países desenvolvidos estão especialmente vulneráveis aos problemas de saúde causados pelo tabagismo e alcoolismo. "Os problemas sociais e de saúde associados ao uso e à dependência do tabaco, do álcool e de substâncias ilícitas requerem uma grande atenção da comunidade mundial de saúde pública", disse o diretor-geral da OMS, Lee Jong-Wook, em comunicado.
O relatório também reconheceu ser difícil curar a dependência de drogas devido às alterações ocorridas a longo prazo no funcionamento do cérebro. "Como a maioria dos transtornos psiquiátricas, a dependência de substâncias pode não ter cura, mas a melhora na eficiência dos tratamentos disponíveis tem contribuído significativamente para a recuperação", afirma a diretora-assistente de doenças não transmissíveis e de saúde mental da OMS, Catherine Le Gales-Camus.

SEXUALIDADE


Arte de amar - O Sexo atual


Dentro de um relacionamento de amor na atualidade é a liberdade. A sexualidade ganhou fronteiras e, com ela, infinitas possibilidades de prazer. O tabu virou coisa do passado? Porém, até que ponto somos ou não modernos com relação ao sexo?
No tocante a freqüência da relação sexual, quanto maior o grau de atração, mais o casal quer estar junto para o sexo. Mas nem tudo está ligado à atração física, e sim, à intensidade do amor que uma pessoa tem pela outra.
O amor deve potencializar a atração e ser a ´´mola mestra`` dos relacionamentos. O grau de satisfação não é proporcional à freqüência, pois quantidade não significa qualidade, e a freqüência depende disso. Se a relação for boa, quanto mais os amantes explorarem, melhor.
E é claro, tudo também depende do estado físico, da capacidade de atrair e de se sentir atraído, do tempo, do espaço e da disponibilidade para o amor. Saber organizar a vida é muito importante. Tanto que muitas pessoas colocam o sexo em segundo plano, principalmente quando chegam cansadas do trabalho ou quando têm compromissos mais importantes para cumprir. Sexo aos atropelos é sempre embaraçoso, concorda?
Outro fator que aumenta a freqüência sexual é a novidade. É onde entra a chamada criatividade: ´´em vez de nos apresentarmos sempre do mesmo jeito, devemos evoluir criando formas e climas originais de amor. Apesar disso, é impossível evitar eventuais brigas. Mas elas também podem contribuir para o aumento da freqüência, já que muitas vezes alteram completamente o relacionamento do casal e resolvem problemas que antes impediam o fluir natural da relação.
E há ainda o ´´efeito lua-de-mel`` que pode pode ou não um papel muito importante na vida do casal. Seus efeitos são relativos hoje em dia, já que existe uma diversificação enorme de uniões experimentadas. Os casais que nunca tiveram relações sexuais entre si antes do casamento encaram esse momento como decisivo e o enfrenta, com muita expectativa ou mesmo dificuldade.
As pessoas virgens, que nunca tiveram relações em suas vidas, como é o caso de mulheres de arraigada formação religiosa, em vez de sentirem prazer, ficam decepcionadas. O fato de o sexo ter sido proibido no decorrer de suas vidas o torna doloroso e violento no momento da desmistificação. O homem, por conseguinte, se decepciona ao não vê-la participar e perde a ereção. Essa reação é muito freqüente. Nesse caso, a lua-de-mel tem importância decisiva na vida do casal e significa o início de tudo.
Para os casais que já se conhecem fisicamente antes do casamento e a prática sexual é uma coisa rotineira em suas vidas – a lua-de-mel é também o início, só que muito mais no plano social e emocional do que no sexual. O seu papel é o da concretização da sedução, a primeira noite após a decisão de viverem juntos.
É geralmente durante a lua-de-mel que a freqüência da relação sexual é maior. O ideal seria manter essa freqüência para sempre, sempre buscando novas criatividades. Para que isso aconteça, tem de existir amor. Quando ele não consegue se manter, a lua-de-mel dura apenas o período de descoberta.
Sexualidade na adolescência
A educação da sexualidade leva os jovens a uma maior responsabilidade no que diz respeito à vida sexual. Nesta fase o diálogo com os adultos é essencial
Em qualquer fase da adolescência, a educação da sexualidade leva os jovens a uma maior responsabilidade no que diz respeito à vida sexual. Nesta fase o diálogo com os adultos é essencial.



Sexualidade na adolescência

A sexualidade é parte integrante do desenvolvimento da personalidade e da identidade, assim como do processo educativo, caracterizando o homem e a mulher no plano físico, afectivo, espiritual e psicológico.
Mas o que é isto de sexualidade, tão falada hoje em dia e considerada tabu em tempos? A OMS declara que sexualidade é «uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental».
Mas o termo sexualidade não é fácil de definir. Segundo diz Ana Paula Bastos (2001), a sexualidade tem a ver com tudo o que somos e experimentamos, nasce e morre con­nosco, manifestando-se ao longo de toda nossa vida, está ligada à ideia de felicidade e comunicação com o outro, deve estar integrada no nosso projecto de vida». Ou seja, a sexualidade é todo o nosso ser, somos biofisiologicamente sexuados, tendo, a sexualidade, uma dimensão biológica indescritível, acompanhando-nos ao longo da nossa vida, diferente em cada idade e ao longo de todo o ciclo vital.
Para que se possa viver a sexualidade sem medos é importante passar a mensagem de que se deve falar deste tema com dignidade, simplicidade, oportunidade, clareza e verdade. Alguns jovens não conseguem lidar com este assunto com o à-vontade essencial para uma formação sexual positiva sendo, por vezes, uma matéria nova e ainda hoje considerada, por muitos, um tabu.
Apesar dos adolescentes estarem receptivos a mudanças, neste período acontece tudo muito rapidamente. São mudanças exteriores e interiores, é uma idade de conquista, da autonomia, da construção de identidade, de projectar o futuro e da definição da orientação sexual. É nesta fase que a família e os educadores têm um papel muito importante.
A ajuda destas pessoas permite um processo de crescimento mais lento, tornando a aprendizagem mais suave e o processo de maturação propícia ao desenvolvimento humano progressivo e harmonioso.


Homossexualismo

Homossexualidade (grego homos = igual + latim sexus= sexo) refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser — humano ou não — que sente atração física, emocional e estética por outro ser do mesmo sexo. Como uma orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; "o termo também refere-se a um indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual.
A homossexualidade é uma das três principais categorias de orientação sexual, juntamente com a bissexualidade e a heterossexualidade, sendo também encontrada em muitas espécies animais. A prevalência da homossexualidade entre os humanos é difícil de determinar com precisão;na sociedade ocidental moderna, os principais estudos indicam uma prevalência de 2% a 13% de indivíduos homossexuais na população, enquanto outros estudos sugerem que aproximadamente 22% da população apresente algum grau de tendência homossexual.
Ao longo da história da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram admirados ou condenados, de acordo com as normas sexuais vigentes nas diversas culturas e épocas em que ocorreram. Quando admirados, esses aspectos eram entendidos como uma maneira de melhorar a sociedade;[18] quando condenados, eram considerados um pecado ou algum tipo de doença, sendo, em alguns casos, proibido por lei. Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental.[19] Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais varia muito de país para país. Enquanto em alguns países o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, em outros, certos comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte.
Muitas pessoas homossexuais escondem seus sentimentos e atividades por medo de reprovação ou de violência por parte da sociedade; a expressão mais comum usada para pessoas nesta situação é "no armário". Já quando pessoas homossexuais ou bissexuais resolvem divulgar sua orientação sexual para seus amigos e familiares, a expressão mais comum é "sair do armário". Os esforços para a emancipação da homossexualidade, como ela é compreendida atualmente, começaram na década de 1860, porém desde meados da década de 1950 tem havido uma tendência de aceleração no sentido de uma maior visibilidade, aceitação e criação de direitos civis para os gays, lésbicas e bissexuais. No entanto, o heterossexismo e a homofobia ainda persistem na sociedade, o que torna difícil para as pessoas, e principalmente para os jovens homossexuais, se sociabilizarem com os outros, podendo resultar, em alguns casos, no suicídio.[20] Atualmente os adjetivos mais comuns em uso são "gay", para os homens homossexuais, e "lésbica", para as mulheres homossexuais, embora alguns prefiram outros termos ou nenhum.

FEMINISMO


4) O feminismo hoje

Atualmente, o desafio das mulheres
está na luta pela justiça e pela redução
das desigualdades sociais.


É difícil definir o feminismo porque o significado do termo se tece cotidianamente. Ele envolve a vida no dia-a-dia, o trabalho, a família, a saúde, a educação, as relações sexuais e afetivas. Como movimento social, o feminismo surgiu no Brasil em meados da década de 70, durante a ditadura militar, e funcionava como um laço de solidariedade entre mulheres advindas de espaços diversos.
É inegável que desde aquele tempo ocorreu uma significativa mudança, tanto na posição da mulher quanto na percepção sobre o seu papel na sociedade – e atribuo ao feminismo a responsabilidade principal por essa mudança. Entretanto, é importante ressaltar que a história não se escreve de forma linear e que as conquistas não são necessariamente cumulativas. Assim é que só hoje, já no século XXI, a Câmara dos Deputados aprovou o novo texto do Código Civil, que acaba com a possibilidade de anulação do casamento por perda de virgindade da mulher antes do matrimônio. Da mesma forma, apesar de o Superior Tribunal de Justiça ter rejeitado, em 1991, o argumento da legítima defesa da honra em casos de assassinato de mulheres por seu companheiro, ainda há advogados defendendo essa tese em tribunais de júri de todo o país.
Outros problemas permanecem. Apesar de as mulheres possuírem maior escolaridade que os homens, os dados estatísticos do IBGE demonstram que elas têm renda menor. E as informações dos tribunais eleitorais indicam a baixa representatividade da mulher nos cargos eletivos – o que indica o pequeno poder político que alcançou até agora. A ação política do feminismo se orienta, portanto, não só no sentido de consolidar o que já foi alcançado, mas também de avançar e responder a novos desafios. Existe um novo feminismo? No fim dos anos 70 e início dos 80, coincidindo com o processo de transição democrática, o movimento levou a debate público questões como a violência doméstica, a sexualidade, a reprodução, a igualdade de direitos entre mulheres e homens. Até então esses eram temas considerados de ordem privada. Com o processo de democratização, o feminismo reivindicou e conquistou espaços em nível governamental. Foram criados os Conselhos dos Direitos da Mulher, que, atuando em forma concertada com os movimentos de mulheres, alcançaram vitórias significativas na Constituição de 1988.
Nos anos 90 a agenda feminista foi implementada sobretudo por intermédio de organizações não-governamentais, as ONGs, nas quais a militância informal é substituída pelo trabalho profissional. Essas organizações, interligadas pelos meios de comunicação, mantêm um intercâmbio constante, tecendo estratégias nacionais e internacionais que vêm influenciando os debates das Nações Unidas sobre a posição da mulher na sociedade, sobre os direitos sexuais e reprodutivos e sobre a violência doméstica. Sem negar a importância dessas conquistas formais que estabelecem um novo patamar de direitos humanos para as mulheres, cabe ressaltar que o usufruto desses direitos é marcado pelas desigualdades sociais e de raça e etnia que caracterizam nossa sociedade. Continuamos a enfrentar o desafio da realização da justiça social, no sentido de encurtar, para todas as mulheres, a distância entre as conquistas legais e a realidade.

MEIO AMBIENTE


3) “MEIO AMBIENTE”
São grandes os desafios a enfrentar quando se procura direcionar as ações para a
melhoria das condições de vida no mundo. Um deles é relativo à mudança de atitudes na
interação com o patrimônio básico para a vida humana: o meio ambiente.
O meio ambiente que antes era uma questão discutida por ambientalistas hoje é bem diferente, pois se tornou uma discussão global. Todos falam de meio ambiente, preservação e alguns tentar ajudar a cuidar para que tudo isso melhore. Outros ainda não entenderam a importância de tudo ser preservado e continuam desmatando florestas e fazendo queimadas. O Meio Ambiente é resumo de tudo que é importante e precisa de cuidados para que a qualidade de vida das pessoas seja melhor e com muita saúde.
Para que os seres vivos possam viver é preciso que as pessoas se conscientizem da importância da preservação dos recursos naturais, pois sem eles não há vida. Na verdade as modificações que acontecem no meio ambiente em resumo são as chuvas ácidas, o aquecimento global, racionamento de energia, a falta de água em alguns lugares e muitas outras coisas que acaba deixando os seres vivos limitados. Muitas pessoas ainda não se deram conta da importância da natureza e cometem crimes ambientais terríveis e nem se importam com as conseqüências. Todos os dias são derrubadas muitas árvores de áreas preservadas e as autoridades fazem de tudo para combater o desmatamento, mas mesmo assim eles conseguem cometer essas barbaridades e sem pensar no futuro derrubam as árvores acabando com o que é mais importante na vida das pessoas.
O meio ambiente é o resumo de vida com qualidade e sem doenças principalmente com as crianças que sofrem muito com problemas respiratórios e tudo isso por causa da grande poluição do ar. As em presas e hidrelétricas são um meio de poluição muito grande nas grandes cidades e o ar puro é essencial para uma vida saudável e sem problemas. Outro fator importante que contribui muito com a poluição são os veículos que soltam no ar o combustível queimado e com isso destroem o meio ambiente e hoje o número de automóveis nas ruas é absurdamente grande causando muitos danos ao ar. Os meios de transporte também causam problemas ao meio ambiente, mas mesmo assim são utilizados com muita freqüência e as pessoas não se preocupam nem um pouco com isso.
Em resumo o meio ambiente é tudo, é vida, é natureza é o local onde vivemos e com isso precisamos preservá-lo e cuidar dele como se fosse nossa casa. As queimadas precisam parar o desmatamento não pode acontecer e os poluentes não podem ser usados com tanta freqüência. As águas de rios, lagoas e do mar precisa ser limpa e sem lixo para que as pessoas possam se banhar em dias de calor sem se preocuparem com doenças. Precisamos de ar puro para respirar, precisamos de água limpa para beber e precisamos viver com dignidade e saúde.