quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"ESSA TAL ANSIEDADE......Por Rogério Roveroni"!



Caros companheiros dos seminários,é inevitável esta ansiedade e nervosismo que nos causa diante á uma apresentação. Como qualquer ser humano,temos nossos momentos em que não sabemos como agir diante um momento tão hilário como passamos na hora de falar e explicar algo......burbrurbrurbrur...que nervosismo da p....hauhauahauauaua..mas,temos que nos controlar diante fatos que são denominados á nós!

Como explicar isso..veja abaixo e tente entender:

DESATIVE O GATILHO DO NERVOSISMO NAS APRESENTAÇÕES:
Podemos ceder a ele, ou então tentar controlá-lo. Mas como fazer isso?

Esse nervosismo geralmente é agravado por um fator. Você irá aprender qual é esse fator que desequilibra nossos sentidos e poderá, assim, controlá-lo.

O motivo que desperta um alto grau de nervosismo numa apresentação é o perfeccionismo que impomos a nós mesmos.

Para falar sobre perfeccionismo, é melhor a gente entender direito o que é isso. Você vai ver que não é bem o que a maioria das pessoas pensa.

Vamos ver o que uma psicóloga nos fala sobre o perfeccionismo:

"Perfeccionismo
Defeito ou qualidade?

Agência Unipress Internacional
Por Gabriela Jaya

Quando falamos em perfeccionismo, muitas vezes pensamos em algo positivo, em sinônimo de sucesso. Isso acontece porque acreditamos que o perfeito caminha para o êxito, mas nem sempre é bem assim. Procurar fazer o melhor é saudável, mas querer ser sempre perfeito torna-se um grande problema.

No dicionário, perfeccionismo é a “tendência obsessivamente exagerada para atingir a perfeição na realização de alguma coisa”. Esse exagero e essa obsessão muitas vezes impedem o sucesso e o crescimento pessoal.
A psicóloga Valéria Lemos Palazzo explica que o perfeccionismo aparece como um jogo de pensamentos e de comportamentos de “autoderrota”, com obejtivos não realistas e excessivamente elevados.

“Estudos recentes mostraram que as atitudes perfeccionistas interferem realmente no sucesso. O desejo de ser perfeito pode transmitir a você um sentimento interno de satisfação pessoal. Porém, exteriormente ele pode realizar exatamente o oposto, e fazer com que você não consiga certas realizações tanto quanto as pessoas que têm expectativas mais realistas sobre si mesmas”, destaca.

A psicóloga ressalta que a idéia de querer sempre atingir a perfeição acontece por uma busca da pessoa pela aprovação das outras, acreditando que isso só é possível com a perfeição.

“Isto pode deixá-la vulnerável e excessivamente sensível às opiniões e às criticas dos outros. Na tentativa de proteger-se de tal criticismo, você pode decidir que ser perfeito é sua única defesa”, revela.

Pensamentos e sentimentos relacionados ao perfecionismo, segundo a psicóloga
- Medo de errar. Os perfeccionistas, freqüentemente, associam uma falha em conseguir seus objetivos como uma falta pessoal ou de valor.
- Os perfeccionistas comparam freqüentemente erros com falhas. Ao orientar suas vidas em razão de evitar erros, aos perfeccionistas faltam oportunidades de aprender e crescer.
- Medo da desaprovação. Se deixarem os outros verem suas falhas, os perfeccionistas temem, freqüentemente, não serem aceitos. Tentar ser perfeito é uma maneira de tentar proteger-se do criticismo, da rejeição, e da desaprovação.
- Pensamento definitivo. Os perfeccionistas acreditam freqüentemente que são “sem valor” se suas realizações não forem perfeitas. Os perfeccionistas têm dificuldade de enxergar as situações em perspectiva. Por exemplo: Um estudante que recebe uma nota “B” em vez de uma nota “A”, pode acreditar: “Eu falhei” (o que se reflete em: “eu sou uma falha total”).
- Superênfase nos “deveria”. As vidas dos perfeccionistas são estruturadas, freqüentemente, por uma lista infinita de “deveria”. Existem regras rígidas de como suas vidas devem ser conduzidas. Com superênfase nos “deveria”, os perfeccionistas passam a controlar suas vidas através de regras, em vez de perceber o que realmente gostam e querem.

- Acreditando que o outro é facilmente bem-sucedido. Os perfeccionistas tendem a perceber que o sucesso dos outros é conseguido com um mínimo deo esforço, poucos erros, baixo stress emocional, e máxima autoconfiança. Ao mesmo tempo, vêem seus próprios esforços como ineficazes e inadequados.

Como mudar
Para mudar, é necessário ter como prioridade a satisfação pessoal e não ter em mente que o melhor para você é corresponder às expectativas de outras pessoas. “Os comportamentos saudáveis têm como foco o prazer no processo de perseguir uma tarefa, em vez de focalizá-la somente nos resultados finais”, explica.

È necessário entender que errar é humano e que falhas acontecem. É importante também não se martirizar por causa de pequenos problemas e não sofrer por antecedência.
Algumas dicas da psicóloga são:
- Perceber que o perfeccionismo é indesejável e que a perfeição é uma ilusão inatingível.
- Tenha objetivos condizentes com a realidade, tendo sempre como base as suas próprias vontades e necessidades e levando em conta tudo o que você já realizou no passado. Isto permitirá você a aumentar a sua auto-estima.
- Dê pequenos passos. Pense nos seus objetivos de maneira seqüencial, mas sem rigidez.
- Pense que o mundo não termina quando você não é perfeito e que você pode conseguir muita coisa que deseja, sem a necessidade de ser 100% perfeita.
- Focalize no processo de fazer uma atividade e não apenas no resultado final.
- Use seus sentimentos de ansiedade e depressão como oportunidades para perguntar-se: "Eu tenho colocado expectativas impossíveis para mim mesma nesta situação?"
- Confronte os medos que podem estar atrás de seu perfeccionismo se perguntando: "O que mais me dá medo nesta situação? Qual é a pior coisa que poderia acontecer?"
- Reconheça que muitas coisas positivas somente podem ser aprendidas cometendo-se erros. Quando você cometer um erro, pergunte: "O que eu posso aprender desta experiência?"
- Evite o pensamento rígido em relação aos seus objetivos.
- Dê uma chance a si mesma e aos outros que estão ao seu lado; chance de descansar, de aproveitar a vida, de se divertir ."

Interessante, não é?

Você pode não ser um perfeccionista no dia-a-dia como acima descrito, mas a verdade é que podemos sê-lo um pouco em algumas ocasiões.

Nós nos impomos uma alta expectativa em algumas situações específicas. Por exemplo, a noiva quer que tudo saia exatamente como ela planejou, e muitas vezes se estressa além do necessário. O noivo pode não estar tão ansioso, pois apesar de considerar seu casamento um grande acontecimento, ele tem expectativas realistas. Se algo der errado e for tolerável ele não vai perder o equílibrio por isso.

O mesmo pode acontecer com uma apresentação!!

Nutrimos uma ansiedade de que tudo dê certo, que não gagueje, que não se mostre nervoso, que saiba responder às perguntas, que o datashow funcione, que o Godzila não destrua a sala e tudo mais.

O fato é que, se alimentamos demais as nossas expectativas de que tudo saia perfeito podemos estar impondo expectativas irreais a nós mesmos.

E a verdade é a seguinte: ninguém é perfeito. Ninguém vai gostar de você por você ser perfeito. E sua apresentação não precisa ser perfeita.

Conforme-se com pequenas falhas, incidentes e saias-justas. Isso acontece (como dizem, "shit happens"). Ninguém vai crucificar você por isso.

Faça um lista curta sobre as prioridades da sua apresentação e atenha-se a elas. Eleja dois ou três prioridades imprescindíveis (não posso deixar de falar tal coisa, devo deixar tal mensagem no final, etc) e use cue cards se for possível.

Aceite que poderá falhar em alguns pontos, como qualquer pessoa.

Procure entender sua apresentação por esse ponto de vista, e no final das contas você poderá perceber que ela fluirá melhor do que você esperava!!!

E assim,vamos vivendo e gozando da vida da melhor maneira possível hauahauhaua.....VALEU!

LITOGRAFIA



Litografia (do grego λιθογραφία, de λιθος-lithos pedra e γραφειν-graféin grafia, escrita) é um tipo de gravura. Essa técnica de gravura envolve a criação de marcas (ou desenhos) sobre uma matriz (pedra calcária) com um lápis gorduroso. A base dessa técnica é o princípio da repulsão entre água e óleo. Ao contrário das outras técnicas da gravura, a Litografia é planográfica, ou seja, o desenho é feito através do acúmulo de gordura sobre a superfície da matriz, e não através de fendas e sulcos na matriz, como na xilogravura e na gravura em metal (ver técnica). Seu primeiro nome foi poliautografia significando a produção de múltiplas cópias de manuscritos e desenhos originais.

HISTÓRIA
Essa técnica foi inventada por Alois Senefelder - um jovem ator e escritor de teatro alemão - por volta de 1796, quando buscava um meio de impressão para seus textos e partituras e se deparava com o desinteresse dos editores. Acabou inventando um processo químico novo, mais econômico e menos demorado que todos os outros meios conhecidos na época. A acção de desenhar/escrever sobre pedra já era conhecida, o crédito de Senefelder é ter equacionado os princípios básicos da impressão a partir da mesma. Apoiou-se em textos encontrados em Nuremberg, sobre as experiências de Simon Schmidt, sacerdote e professor bávaro, sendo este o primeiro a pensar a pedra como matriz reprodutora.

A Litografia foi usada extensivamente nos primórdios da imprensa moderna no século XIX para impressão de toda sorte de documentos, rótulos, cartazes, mapas, jornais, dentre outros, além de possibilitar uma nova técnica expressiva para os artistas. Pode ser impressa em plástico, madeira, tecido e papel. Sabe-se que o primeiro pintor que se utilizou com sucesso da técnica de litografia foi Goya, em sua série Touradas, de 1825. Este experiente artístico atingiu seu apogeu nas últimas décadas do século XIX, quando diversos autores franceses como Gustave Doré, Renoir, Cézanne, Toulouse-Lautrec, Bonnard, dentre outros, promoveram uma renovação da litografia a cores.

TÉCNICAS:
técnica da litografia pode ser dividida em quatro etapas básicas:

LIMPEZA:
Antes de mais nada é necessário apagar a imagem anterior desenhada na pedra, para que não haja interferências no seu desenho original e para isso, espalham-se grãos (pó de esmeril grão 80, 150 e 220 ou areia fina bem peneirada) sobre a pedra, joga-se um pouco de água para umedecer e coloca-se outra pedra calcária mantida para esse fim ou quebrada para lixá-la. Deve-se lixar a pedra sempre em um movimento de oito (infinito), cuidando para que nenhum pedaço da pedra de baixo fique intacto, para evitar desnivelamentos. Quando o desenho demora a sair, despeja-se uma solução de ácido acético a 10% para quebrar a gordura remanescente, deixando agir por 2 a 5 minutos antes de lavá-la. Não se pode esquecer de limar as arestas irregulares da pedra num ângulo de aproximadamente 45º, para que a pedra não lasque e nem marque o papel. Depois que a pedra está seca, é bom evitar o contato da superfície com as mãos ou qualquer substância rica em gordura, para que não haja manchas indesejadas que prejudiquem na impressão.

DESENHO:
A segunda etapa é desenhar sobre a pedra com materiais ricos em gordura já citados anteriormente, mas antes é necessário traçar uma margem de tamanho variado, com goma arábica. Uma vez a goma espalhada na pedra, a área atingida não receberá gordura, salvo se removida com uma lâmina ou com a ponta seca ou re-sensibilizada com solução de ácido acético diluído a 5%. Aqui a criatividade do artista atua, além dos métodos tradicionais de desenho sobre pedra, pode-se usar lâminas e pontas-secas para adicionar textura, marcas com papel carbono, agüada, entre outros.

ENTINTAGEM:
Depois que o desenho está pronto, e seco, caso tenha sido utilizada uma tinta aquosa, partimos para a acidulação e entintagem ou viragem, processos que fixam a gordura na superfície da pedra, evitando que esta se espalhe pelas áreas brancas, descaracterizando o desenho. Pulveriza-se o breu sobre a imagem, espalhando-o com um chumaço de estopa, depois a pedra recebe um banho de uma solução de goma arábica, acido tânico, nítrico e fosfórico, que fixa a gordura apenas na superfície. A matriz então fica dividida em duas áreas: a branca que retém água e repele gordura e a desenhada que agrega gordura e repele água. Limpa-se a superfície com removedor (aguarrás ou querosene) para eliminar o pigmento usado no desenho preservando apenas a gordura, em seguida, a superfície da pedra é umedecida com água. Nessa etapa, não podemos deixar a superfície da pedra secar.

A entintagem é feita com um rolo de couro ou de borracha, a tinta litográfica é oleosa e ao passarmos, adere somente nas partes engorduradas, muito embora devamos limpar as margens e a superfície da pedra com uma esponja úmida para evitar qualquer acúmulo de tinta que possa aparecer na hora da impressão.

IMPRESSÃO:
A última etapa é a impressão, as primeiras tentativas são consideradas testes. A espessura da pedra deve ser de pelo menos 5 centímetros, para evitar rachaduras. O papel(ou outro material) é colocado sobre a pedra, de maneira alinhada. Usa-se uma prensa manual própria para a litografia, a pedra é colocada sobre a superfície plana da prensa que desliza sob a pressão de uma trave chamada ratora. Gira-se a manivela com cuidado para que a ratora não ultrapasse o limite da pedra, causando um acidente, devido a forte pressão. O desenho será impresso de maneira espelhada no papel, assim como nas outras modalidades da gravura. A litografia permite tirar muitas cópias da mesma matriz. Depois de tiradas as cópias desejadas, a pedra está pronta para ser limpa e reutilizada.

LITOGRAFIA NO BRASIL:
A primeira Oficina de Litografia de Minas Gerais
Em Minas Gerais, a primeira oficina litográfica voltada exclusivamente para a atividade artística funcionou no Centro Artístico Cultural de São João del-Rei. A oficina foi montada em 1961 com o equipamento da extinta Gráfica Castello, uma prensa e 200 pedras litográficas, adquirido pelo artista baiano João Quaglia, que se juntou aos são-joanenses Geraldo Guimarães, Sílvia Lombardi e aos padres David e Tiago do Colégio Santo Antônio.

O trabalho desenvolvido repercutiu de tal forma nos meios artísticos de Belo Horizonte, que a Escola Guignard organizou um curso para Quaglia ministrar a seus alunos, sob sugestão da aluna Lotus Lobo, que conhecera as atividades do Centro Artístico e Cultural durante a Semana Santa de 1963, em São João del-Rei.

O curso ministrado por Quaglia acaba por estimular a criação do Grupo Oficina, formado por jovens artistas - Lotus Lobo, Roberto Vieira, Klara Kaiser, Nívea Bracher, Paulo Laender, Frei David, entre outros -, que passam a utilizar a litografia como meio expressivo para suas atividades artísticas. Trabalhando em conjunto, experimentam as possibilidades técnicas da litografia, entre as quais se destacam a fidelidade ao desenho original e o caráter de reprodutividade em série.

BACKLIGHT



TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO VISUAL E GRÁFICA

Backlight: é a forma de iluminação usada num monitor LCD. Backlights diferenciam-se de frontlights porque iluminam o LCD por trás ou pelo lado, enquanto os frontlights ficam na parte frontal do LCD. São usados em telas pequenas para melhorar a legibilidade em más condições de luz e em telas de computadores e televisores LCD para produzir luz de maneira análoga a um monitor CRT.

TIPOS DE FONTES DE LUZ:
A fonte de iluminação pode ser:

Lâmpada incandescente
Um ou mais LEDs
Painel eletroluminescente (ELP)
Uma ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL)
Lâmpada fluorescente de catodo quente (HCFL)
Um ELP fornece luz uniforme sobre toda a superfície, mas outros tipos de backlight geralmente empregam um difusor para produzir luz uniforme a partir de uma fonte não-uniforme.

Backlights podem ser de qualquer cor. LCDs monocromáticos geralmente têm backlights em amarelo, verde, azul ou branco, enquanto telas coloridas usam backlights brancos, que cobrem a maior parte do espectro da luz visível.

FRONT LIGHT


TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO VISUAL E GRÁFICA

FRONTLIGHT designa um tipo de mídia exterior de altíssimo impacto visual. Consiste em um painel suspenso por um poste resistente, em geral a grandes alturas, onde uma lona impressa é aplicada. Essa lona é iluminada por refletores externos, formato que deu origem ao nome do veículo. Com formatos avantajados, insere-se com destaque no ambiente dos grandes centros urbanos ou mesmo em trechos rodoviários, pois possibilita visualização de longa distância.

Sua característica de construção, iluminação e formato são os fatores que proporcionam um dos mais altos índices de Recall da categoria, pois impressiona pessoas em grande número, dia e noite, tornando sua comunicação muito mais eficiente.

terça-feira, 20 de outubro de 2009


Perguntas relacionadas ao Mundo Contemporâneo:

1°)“O Estado serve a nós ou nós servimos ao Estado?”

Com o decorrer dos anos, percebemos a influência do Estado em nosso cotidiano,onde presente,gira em torno de onde buscamos e recorremos auxílio em determinados campos. Porém,por mais que paguemos impostos e tributos,não somos retribuídos ou melhor dizendo, obtendo os direitos dignos de um cidadão.
Citarei exemplos básicos aos quais é fato:” a saúde, segurança e educação”....como são claras estas realidades e mostradas claramente por vários veículos de mídia, onde virou rotina dia após dia nos depararmos com absurdos que acontecem diariamente; na saúde, os cidadães que pagam seus impostos e não tem um bom atendimento em hospitais públicos,sendo que muitas vezes tem que esperar um agendamento e atendimento em datas extensas.
A segurança que muitas vezes deixa a desejar,onde pessoas são assaltadas, seqüestradas, violentadas e mortas.
Na educação,vemos que há desmotivação por parte de alguns funcionários em relação ao estado,o porque disso: pela carência que é fornecida aos profissionais e também em relação á salários baixos que são repassados ao mesmo.
Não radicalizando todos os setores públicos,mas é assim que se encontra esta questão;mais servimos do que somos servidos.

2°)“A Ideologia Religiosa, vai permitir a livre expressão da comunicação?”

A livre liberdade de expressão,é um elemento fundamental do Estado Democrático de direito,onde temos a liberdade de expressão,de pensamento,de manifestação,assim como a liberdade de convicção política,ideológica e religiosa. Desta forma,não há como cogitar uma sociedade democrática sem a possibilidade das pessoas manifestarem suas opiniões e pensamentos livremente.
Diante o mundo globalizado que vivemos,é fato que as Ideologias Religiosas se empunharão diante á vários questões que envolver suas crenças .
Os veículos comunicativos ,não de hoje,se submetem também nesta questão,onde muitas vezes a conduta religiosa fala mais alto e muitos fatos e esclarecimentos ficam sem conclusões especificadas.